Odisséia das lentes corretivas - Ótica Martins

segunda-feira, 31 de agosto de 2009



A quarta ótica que consultei, situada no Shopping Praiamar.
Localização: Rua Alexandre Martins, 80 loja 264A- Aparecida (veja a localização no Google Maps)
Razão Social: não disponível
Atendimento:Excelente. O vendedor se identificou pelo nome foi atencioso e educado. Foi detalhista em todas as explicações sobre produtos e marcas distintas, destacando as vantangens e desvantagens de cada um.
Informações sobre o produto: O vendedor mostrou amplo conhecimento sobre o produto que vendia, soube demonstrar produtos de fabricantes diferentes e destacar suas peculiaridades.
Formas de pagamento: Alguns tipo de cartão de crédito (visa e master) com parcelamento em até 10x sem juros. Também efetua parcelamento com cheques.
Convênios/parcerias/descontos: Na compra de qualquer armação, as lentes (inclusive anti-reflexo) podem sair de graça (eu, por exemplo, não pagarei pelas minhas) . Isso varia de acordo com o grau e tipo de lente (lentes transitions são pagas).
Observações: O vendedor levou em conta o meu estilo, apresentou diversas linhas nacionais e internacionais, cores variadas, explicou as frescuras, digo cuidados especiais das lentes anti-reflexo. Meu respectivo foi influenciador na minha decisão de compra, gostou muito do atendimento da ótica. Além da garantia de um ano do fabricante, a loja oferece garantia e manuntenção extendidas sem custo adicional. Negociei com o Augusto.
Parecer final: O vendedor foi extremamente atencioso e educado. Todas as informações do produto foram transmitidas com clareza, todas as minhas dúvidas elucidadas sem problemas. Preço na média do mercado. Garantia extendida de manuntenção da armação sem custo adicional. Boas condições de pagamento. (Fechei negócio nesta ótica e meus óculos ficarão prontos no sábado 05/09).

A saga está chegando ao fim.


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Odisséia das lentes corretivas - Óticas Carol



A terceira ótica consultada, também situada no Shopping Praiamar.
Localização: Rua Alexandre Martins, 80 loja 286- Aparecida (veja a localização no Google Maps)
Razão Social: não disponível
Atendimento:Regular-bom. A vendedora se identificou pelo nome apenas no fim do atendimento. Foi educada, porém, relutou ao falar sobre as peculiaridades de cada produto. Não transmitiu confiabilidade das poucas informações prestadas no atendimento.
Informações sobre o produto: A vendedora não mostrou conhecimento pleno sobre as características de cada produto, apenas demonstrou produtos de fabricantes diferentes, todavia, não destacou características que fariam a diferença em cada linha ou fabricante.
Formas de pagamento: Alguns tipo de cartão de crédito (visa e master) com parcelamento em até 5x sem juros. Também efetua parcelamento com cheques, nas mesmas condições.
Convênios/parcerias/descontos: A vendedora não apresentou nenhum diferencial, vantagem ou desconto.
Observações: Ao final do atendimento, a vendedora anotou o orçamento em um papel qualquer, não se preocupou em procurar um cartão da loja ou anotar o contato da loja. Minha opinião sobre isso: segundo informações do meu respectivo, que estava comigo no dia das cotações, essa é uma das lelhores óticas para trabalhar em termos de remuneração (a esposa de um amigo dele já trabalhou no ramo), contudo, a vendedora não fez muito esforço, nem se empolgou de vender não. Parecia, apesar de toda educação, que ela estava comendo giló. Eu acredito que pelo menos um cartão da loja ou o telefone seria primordial, caso aparecesse uma dúvida posterior.
Parecer final: A vendedora foi educada. Preço variável: alguns produtos na média do mercado e outros um pouco acima. Baixa variedade de marcas (entre outras, eles não tinham a linha da Wilson). Condições de pagamento razoáveis.


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Odisséia das lentes corretivas - Óticas Ix



A segunda ótica que consultei, situada no piso térreo do Shopping Praiamar.
Localização: Rua Alexandre Martins, 80 loja 109- Aparecida (veja a localização no Google Maps)
Razão Social: não disponível
Atendimento:Excelente. A vendedora se identificou pelo nome foi atenciosa, explicou detalhes de cada armação, fabricantes, vantagens oferecidas, material da armação. Além disso, explicou detalhadamente as diferenças entre os diversos tipos de lente que eu poderia escolher.
Informações sobre o produto: A vendedora mostrou total conhecimento sobre o produto que vendia, soube demonstrar produtos de fabricantes diferentes e destacar suas peculiaridades.
Formas de pagamento: Vários tipo de cartão de crédito (visa, master, american e aura) com parcelamento em até 10x sem juros. Também efetua parcelamento com cheques.
Convênios/parcerias/descontos: Na compra de qualquer armação, as lentes podem sair de graça (eu, por exemplo, não pagaria pelas minhas) , varia de acordo com o grau e tipo de lente (lente anti-reflexo e transitions são pagas).
Observações: Ao final do atendimento, a vendedora me deu um cartão da loja, anotou seu nome atrás, formas de pagamento e me disse que caso eu visitasse outra ótica e gostasse de outra armação, para pegar o código que ela verificaria a disponibilidade do modelo no estoque dela e negociaria. Quando manisfestei preferência por um determinado modelo, ele pegou todas as cores possíveis, e destacou quais combinavam melhor com o meu rosto levando em consideração formato do rosto, cor de cabelos e meu estilo.
Parecer final: A vendedora foi extremamente atenciosa e educada. Todas as informações do produto foram transmitidas com clareza, todas as minhas dúvidas elucidadas sem problemas. Preço na média do mercado. Boas condições de pagamento. (Quase fechei negócio nesta ótica).


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Dicas Blogger

sábado, 29 de agosto de 2009



Antes mesmo da Juliana Sardinha lançar a promoção de dois anos do DB, eu já pensava em escrever um post sobre o blog. E quem me conhece sabe que não estou dizendo isto para ganhar confetes. Todavia, quem sabe ganhe uma camiseta.

Quase tudo feito neste blog até agora, tem um dedinho da Juliana, ainda que ela não o saiba. Não só dela como do Usuário Compulsivo e da Ariane. Aliás, graças às dicas do blog da Ariane e do Compulsivo, eu consegui a tão desejada coluna à esquerda do meu blog, que antes, apenas possuía coluna à direita. Eu queria 2 colunas e foi com a leitura de inúmeros tutorias nestes blogs que eu consegui.

A Juliana e o Dicas me ensinaram a importância do Twitter, embora eu seja teimosa e continue a utilizar a ferramenta pouquíssimas vezes. Foi através do blog dela que eu vi matérias excelentes sobre monetização (embora meu blog seja just for fun e eu não tenha a menor intenção de ser problogger, informação nunca é demais), plágio (que eu nunca pensei que aconteceria comigo) e outras tantas ferramentas, atalhos, dicas e assuntos. Até de gripe suína a Juliana já falou (Rá, isso todo mundo falou, até eu falei, está na boca do povo. Quer dizer na boca, no nariz, na mesa, no teclado, no ônibus, no metrô, na rua, na chuva, na fazenda e nem a casinha de sapê escapou).

Vamos às contribuições involuntárias que a Juliana fez para este blog:

*Wigdet de tradução;
*Tag Cloud (que eu demorei séculos para organizar após a mudança no nome de alguns marcadores e dois dias após o término do meu trabalho, o que o blogger faz? 10 anos e dá a Tag Cloud de presente, mas a que vai continuar aqui é a da Juliana);
*Favicon (sonho, sonho, sonho. Eu fiquei tão boba quando ele começou a funcionar);
*Caixinha para banner.

Além de toda informação e conhecimento transmitidos pelo Dicas Blogger. A Juliana merece ser parabenizada pelo excelente trabalho que desenvolve. Todo reconhecimento e agradecimento creio que são insuficientes pelas contribuições que ela tem feito para que a blogosfera se transforme em um lugar melhor. Poético, não?

Enfim, parabéns Juliana. E parabéns Dicas Blogger por dois anos de existência que não passaram em branco na blogosfera. E Perdoe a minha ironia, eu ironizo até o meu próprio ser. Nada pessoal.


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Rua Santos Dumont (Estuário - Santos)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009



Na quarta-feira, perto da hora do almoço, minha mãe me liga e pergunta se quero ir à feira. Eu sempre fui nas feiras livre com a minha mãe, desde pequena.Tem feirantes que já tinham barraca quando eu tinha, sei lá, 5 anos de idade, que ainda tem barraca lá. E, apesar da feira ser menos de duas quadras do escritório, eu não ia nessa feira há muito tempo. Ela acontece todas as quartas na Rua Santos Dumont.


Sabe o que é estranho? Eu descobri que preciso trabalhar com gente, ver gente, ouvir gente falando, ter gente por perto. eu preciso me comunicar e ver pessoas se comunicando. Mais que virtualidade, me alimento de realidade. Talvez por isso, não consiga ficar tanto tempo no twitter. Apesar de todo barulho, eu gostei de ter ido à feira. Ver gente passando para lá e para cá. E fiquei imaginado quantos daquelas pessoas fazem idéia de o que é um twitter. Algumas só conhecem computador de ver ou ouvir falar. Parece surreal em face das tecnologias que nós conhecemos. E eu amo paradoxos, as coisas desconexas da vida, as coisas que aparentemente, são totalmente avessas ou não fazem sentido nenhum. Eu fiquei pensando em como a internet aumenta e diminui distâncias. Diminui ao aproximar pessoas distantes fisicamente por muito quilômetros. E aumenta ao fazer com que pessoas da mesma cidade, do memso bairro, mantenham contato por orkut, twitter e msn, em substituição a um contato pessoal.

E eu fiquei divagando sobre todas estas coisas, enquanto comprava alface, espinafre, tomate e cebola na feira da Rua Santos Dumont.


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Na gangorra dos hormônios

quinta-feira, 27 de agosto de 2009



Eu tento, realmente, não falar da minha TPM. Mas, às vezes, não tem como fugir. Porque uma vez por mês, os hormônios de todas as mulheres da terra brincam de gangorra? Sobe, desce, sobe, desce. Algumas declaram que nem sequer notam, que não tem dores, alterações de humor, nada. E eu digo, se você conhece alguém, alguma mulher que se encaixe nesse quadro, dê-lhe os parabéns. Ela é uma das sortudas deste mundo! E talvez, nem imagine a sorte que tem.

Agora, se você conhece alguém como eu, mulheres que tem TPM em nível catastrófico, dê parabéns. Todavia, as felicitações não são para mim. São para minha mãe, minha vó, meu pai e meu namorado. Porque eu sou tão chata quando estou de TPM, que eu mesma não me suporto. E talvez eu fique mais chata por isso. Porque odeio frescuras e quando estou de TPM fico com todas que você pode imaginar. Repito, fico tão chata que eu não me tolero.

As pessoas que convivem comigo merecem mais de um troféu porque passam por esta fase todo mês. Suportam minhas alterações de humor uma vez por mês. Em uma semana é como se eu tivesse sei lá quantos alter egos. Fico com cara de paisagem quase o tempo todo. Ou então, cara de origami, que é uma mistura de cara de nada com coisa nenhuma, porque nessa época nada me agrada, a não ser coisas calóricas e chocolates. Minha personalidade passa de um vulcão adormecido, capaz de entrar em erupção a qualquer momento sem motivo razoável, para picolé no sol, de repente, todo derretido. Só porque meus hormônios são brincalhões e gostam de gangorra. E como estou muito xarope hoje, acho melhor para este texto agora, enquanto minha TPM ainda me permite escrever com sanidade. Senão, vai saber como iria terminar este post.

Beijo e só me liga semana que vem!
Quando eu for uma pessoa normal de novo.


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Humor e twitter

quarta-feira, 26 de agosto de 2009



Depois de tantas considerações sobre a utilidade do twitter, que tal um pouco de humor?





E o melhor de todos, na minha opinião: o Twitter e sua utilidade na comunicação familiar.


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A utilidade do twitter

terça-feira, 25 de agosto de 2009




Quando o twitter surgiu, confesso que não dei muita bola para ele. Demorei bastante para, enfim, criar uma conta e iniciar o uso da ferramenta. Mesmo após criar uma conta, quase não entrava no twitter e quando entrava, twittava uma abobrinhas, do tipo "estou sem sono", "está chovendo" ou "estou chupando limão". Talvez, como a maioria das pessoas, eu não havia entendido a resposta mais coerente para a pergunta What are you doing?

Agora, posso declarar que encontrei o Santo Graal, ou melhor, consegui interpretação para a pergunta que intriga grande parte da internet. Sim, se você procurar, encontrará muita gente falando que não entende até hoje qual a utilidade do twitter. Inclusive muitos que já tem conta lá. E com certeza, neste momento você pensa qual foi a grande descoberta que eu fiz em relação ao twitter.

Para chegar às conclusões a seguir, li artigos sobre o twitter, iniciei alguma leitura sobre mídias sociais e pensei. Porque quem não pensa, padece, pois não tira suas próprias conclusões. Ir apenas pela opinião e descoberta dos outros não é viável. Todavia, pode ser o princípio para sua própria descoberta.

Ao me deparar com tweets dos mais diversos assuntos, percebi o seguinte, por trás de what are you doing? há muito mais coisas do que aquilo que acontece em nosso vão cotidiano. A lógica é bem simples, o que você está fazendo de útil, nesse momento. Ou melhor, o que você viu, ouviu ou leu, que é novo, interessante, engraçado ou que você gostaria que se espalhasse rápido. O que você pode ou quer dividir em 140 caracteres com o mundo (leia-se por mundo seus followers).

Dadas as circuntâncias da minha descoberta, não prometo a ninguém que passarei mais horas no twitter. Me recuso a ser viciada nele, quero ter tempo para bloggar, trabalhar, cozinhar, ler um bom livro e descansar. Não preciso e não pretendo ser escrava de uma rede social. Aliás, elas, as redes sociais, surgem aos montes todos os dias, parecem brotar do chão. Orkut, Facebook, Beltrano, Gazzag, Hi5, Sonico, Multiply, MySpace e seja lá o que mais inventaram que eu esqueci de citar. Não me sinto na obrigação de ser uma escrava de inúmeras redes sociais na internet. Estou no Orkut, no Twitter, no MSN, tenho um blog, vários e-mails e para mim, isso basta.


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Lembranças

segunda-feira, 24 de agosto de 2009



Hoje, depois do jantar, minha mãe ligou e pediu para que eu levasse algumas coisas para ela no trabalho. Quando saí para iniciar minha jornada, ao chegar na esquina da minha casa, eu me deparo com o Juba (Diego). Só saudei andando mesmo, nem parei, porque já estava atrasada e ele acompanhado de uma criança que não parava de falar. E eu super evito crianças que eu não conheço ou não tenho referências, pois temos várias mães excelentes neste mundo. Porém, tem aquelas que simplesmente não sabem sequer o significado da palavra educação, e aí, já sabe o resultado, né. Ok, vamos pular essa parte.

Quando vi o Juba, lembrei da época da escola. Essa pessoa conviveu comigo desde de os primódios do Ensino Fundamental. Estudamos na mesma escola pelo menos uns 3 anos do Fundamental. Mesma instituição de ensino, classes diferentes. E quando vou para o Ensino Médio, o que acontece? Mesma Escola Estadual e mesma classe. Enfim, lembrei dos tempos de escola, dos amigos, dos professores, da primeira nota vermelha em uma prova de matemática... e lembrei do meu primeiro jingle. Como assim, primeiro jingle? Publicidade no Ensino Público? Não, era minha veia publicitária começando a dar as caras, hauhauhua.

A Dulce era minha amiga, andava na minha turma. Eu, Lívia e Dulce, o trio ternura do 1º B. O Juba pediu R$ 5,00 reias emprestados para Dulce no começo do ano. Em Maio, ainda não tinha efetuado o pagamento. Em junho, ele comprou um VIOLÃO NOVO, de aproximadamente R$ 200,00. E nada do dinheiro da Dulce. O que fazer para obrigá-lo a quitar sua dívida com a Dulce? Expô-lo à vergonha pública. Como tocar no assunto verbalmente não surtia resultado, porque não utilizar novas formas de comunicação? O que eu fiz na época, sem saber foi um jingle para a situação. A classe inteira ficou sabendo do ocorrido e ele ficou morrendo de vergonha. Não lembro se ele de fato pagou a dívida (isso aconteceu há 9 anos atrás, em 2000, minha memória não é tão boa assim), mas nunca rimos tanto e por tanto tempo, sem contar que o jingle caiu nas graças da classe. Foi um sucesso.

Feche seus olhos e imagine o KLB cantando aquela música que eu sequer imagino nome, que tocava tanto nas rádios que grudava como chiclete na sua mente, cheia de Babies no refrão.

Tá difícil esquecer
Que tu deves para mim
Nos teus olhos dá pra ver
Que você me deve, sim
Não pensei que essa grana
Demorasse pra voltar
Mas agora o seu nome
No SERASA eu vou botar

Baby, meu cinco está longe
De mim tão distante
Além do horizonte
Baby, eu grito seu nome
Sua mãe me responde:
-Caloteiro está aqui.
(detalhe,a parte da mãe é 100% verdade, a Dulce chegou a ligar para a casa dele para cobrar a mãe dele atendia, ele dizia para falar que tinha saído e a mãe dele falava: -Ele mandou dizer que não está, mas ele está aqui, e não quer falar contigo por causa da dívida o.O)

E nessa época, eu nem imaginava que faria faculdade de publicidade.


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Um viva para os e-books, dois vivas para mim



Aqui em Santos, há livros que são quase impossíveis de encontrar em bibliotecas públicas. Livros até famosos como Admirável Mundo Novo (Aldous Huxley), 1984 (George Orwell), A revolução dos bichos (George Orwell). Enfim, como não posso, atualmente, ir aos sebos com frequência para garimpar, o que me resta fazer? Apelar para os e-books.


Eu encontrei alguns muito interessantes: Franz Kafka, Edgar Allan Poe, Sun Tzu, entre outros. A minha grande vitória foi conseguir ler um livro inteiro na tela do computador. Feito nunca antes realizado pela minha pessoa. Eu admito minha total preferência por livros físicos e minha antiga aversão por e-books, fatos que contribuíram para a demora na concretização deste feito. Mas, a necessidade de ler falou mais alto e agora que me acostumei, sei que não vou parar. Já iniciei a leitura do segundo livro, A arte da guerra de Sun Tzu. Minha preferência pelos livros físicos não desaparecerá. Ter um livro nas mãos é uma sensação. Virar cada página guarda uma emoção que só quem realmente aprecia o ato de ler entende.

Todavia, minha visão de leitura ideal ainda é essa.


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Sapatonline

sexta-feira, 21 de agosto de 2009



Entre um feed e outro, eu li vários posts sobre a Sapatonline. Várias blogueiras falando maravilhosamente dessa loja virtual, que é ótima, linda, com preços excelentes e blá blá blá whisckas sachet.

Curiosidade mata? Nunca vou saber, pois não consigo segurar a minha. Fui na bendita loja virtual e me deparei com este cenário:
Uma ampla gama de calçados bonitos, que parecem realmente ter bom acabamento, durabilidade, resistência e, aparentemente, conforto (porque esse a gente pressupõe em compra pela internet e só comprova quando o produto chega). Mas, só eu notei o preço? Eu li várias pessoas escrevendo na blogosfera: PREÇOS EXCELENTES ou PREÇOS ACESSÍVEIS. Eu garimpei bastante para encontrar um rasteirinha com um preço bom (R$29,90). O resto dos sapatos está nas casa dos R$99,90. Você encontra também algumas peças entre R$66,50 e R$ 89,90. Só que, uma rasteirinha ou uma sapatilha com um custo de R$ 99,90 não se encaixa no meu conceito de bom preço. Definitivamente. Então, pensei em algumas hipóteses:

a) Todas as mercadorias com preço bom e digno (leia-se por digno um preço condizente com a realidade, ou seja, um custo-benefício aceitável) já foram vendidas e eu cheguei tarde (embora tenha visitado o site mais por curiosidade porque não pretendia, nem pretendo, comprar nada até o fim deste mês).

b)
O preço não é acessível no meu ponto de vista, porque meu salário não condiz com um gasto de quase cem reais em apenas um par de sapatos.

c)
Eu sou uma pessoa extremamente racional no tocante à minha decisão de compra, uma vez que eu sempre, sempre, sempre, sempre penso no custo-benefício ( já agia assim mesmo antes da primeira aula de marketing e de conhecer o conceito de custo-benefício).

d)
Eu sou pão-dura, mão-de-vaca, muquirana ou o termo que você preferir.

e)
Todas as alternativas estão corretas.

Minhas conclusões:

Se você não precisa utilizar o cartão de crédito para comprar um sapato de R$99,90 porque isso para você é trocado, você ganha muito bem para sustentar esse luxo, VÁ EM FRENTE pois esta é a loja para você matar suas amigas peruas de inveja.

Se você torra mesmo o limite do cartão de crédito, estoura a conta bancária sem a menor culpa, vive pendurado no cheque especial mas, prefere viver assim e ter absolutamente tudo o que acha bonito independente do preço, SE JOGA, Becky Bloom.

Se você não ganha rios de dinheiro, tem muitas contas para pagar e não quer se endividar por causa de um calçado, ainda que fosse um Cristian Loubotin ou qualquer outra marca cara, ou que o tal sapato fosse banhado a ouro e cravejado de diamantes, você não pagaria esse preço por ele, NÃO perca seu tempo acessando o site.

Noossa, às vezes me acho tão extremamente realista, que dói. Fazer o que se sou a super sincera!


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Noiva Playmobil?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009



Cá estava eu, aqui e acolá vendo blogs sobre casamento (Por que será?). E no casando idéias, eu me deparo com a seguinte foto, de um vestido para noivas da Rosa Clará.

E esse volume na frente do vestido, me lembrou um desfile no segundo dia da SPFW em 2004 (nem eu lembrava que fazia tanto tempo assim, parece que foi ontem), o desfile do Jum Nakao, aquele das roupas e modelos playmobil.


Ok. Você pode achar até achar que não tem nada a ver, que não é parecido, pode discordar de mim. O fato é que eu associei de uma tal forma quando vi a imagem, que a primeira coisa que veio na minha mente foram as palavras: Noiva Playmobil.

Não, eu não sou a noiva playmobil e quem for no meu casamento não verá lego, nem playmobil, nem pacman. Mas, para as noivas que não forem casar na igreja, as que optarem em casar só no civil, ou para aquelas com uma alma assim bem geek, já pensou como um salão decorado para a recepção de um casamento com esse tema ficaria legal, despojado, original? Se a pessoa opta, então, por casar em um sítio ou casa de um membro da família, nem precisaria pagar o decorador: compraria uns adesivos de vinil do pacman na internet para por nas paredes, pegaria lego emprestado com família e amigos. Enfim, são tantas as possibilidades não exploradas. Já pensou um topo de bolo com dois bonequinhos playmobil? Lembrancinhas, uma idéia divertida para elas, que tal imprimir paper dolls? Eles ficariam cortadinhos e prontos para montagem. Era só o convidado seguir as instruções e se divertir montando seu próprio paper doll-lembrançinha. E a embalagem dos bem casados? Poderia ser uma réplica de lego ou uma caixinha montada em lego de verdade!

Cheguei à uma conclusão: se a maioria dos casamentos (a maioria, não todos, já vi alguns bem legais e totalmente originais na internet) abraça a mesma decoração, as mesmas idéias, ou a cor do momento é pura falta de colocar os miolinhos para trabalhar, pensar e ter idéias originais. Talvez, até um pouco loucas. Porém, se não existissem pessoas com idéias loucas, o mundo teria pouquíssimas invenções e inovações. Seria um tédio.

E para quem se espantou ao me ver citar moda e SPFW, vai a explicação: A moda não é uma coisa assim que me fascina. Nada neste mundo me fará usar uma ankle boot ou uma calça saruel, simplesmente porque é o it da estação. Eu leio, sim, editorias de moda, vejo fotos de desfiles e acompanho blogs sobre moda. Não sou expert em moda, mas viver desinformada não dá, né.


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Eu não estou entendendo nada...

quarta-feira, 19 de agosto de 2009



Algum tempo atrás, a Juliana Sardinha do DB falou sobre plágio, bem entristecida, pois diversos indivíduos que se consideram "blogueiros" estavam (alguns ainda estão, por algumas vezes) copiando descaradamente os seus posts.

Na minha opinião, para se entitular blogueiro, o indivíduo deve, ao menos, apresentar uma opinião original e texto de sua autoria. Quem copia sem citar a fonte, é questionado pelo autor do conteúdo e não se desculpa ou não dá os créditos ao autor do texto, pode ser enquadrado como criminoso, plagiador. Se não tem criatividade para manter um conteúdo original, continue na condição de leitor. Se quer ser blogueiro, tenha pelo menos opinião para sustentar. Ainda que o mundo discorde de você, o blog é um espaço pessoal, no qual você pode e deve expor opiniões.

Ok. Eu sou totalmente contra cópia indevida e plágio. Todavia, entendo que o camarada, para fingir que sabe ou "manja" sobre HTML, CSS e afins, copia um texto da Juliana. É um assunto de interesse geral, uma informação que todos desejam. E informação, atualmente, é mais valiosa que ouro. Contudo, tem uma coisa que eu não entendo. Meu blog, na maioria das vezes, não trata de assuntos de interesse geral. A maioria dos posts é carregado com a minha opinião. O que inclusive torna meu blog bastante parcial, em alguns aspectos. Sem falar dos posts em que falo da minha vida. Tem vezes que olho para o meu blog e ele tem um quê de diário, de desabafo. Parece que estou olhando para meu próprio umbigo, de tão pessoais que alguns textos são. Então, qual o motivo para cópia de conteúdo?

Gente, eu não tenho nem 50 leitores em meus feeds, não sou a it pessoa que entende de moda ou make, não sou uma it blogueira conhecida que aparece em revista, You Tube, Tv. Não. Eu sou the girl next door, uma garota comum, igual a sua vizinha ( menos se a sua vizinha for feia ou mal-humorada, ahuahauahuaha).Uma garota que tem opinião e gosta de expressá-la aqui, no seu cantinho, no seu blog.

Quando a Juliana Sardinha fez o post sobre plágio, ela divulgou alguns mecanismos para saber se alguém copiou seu conteúdo. Eu super de curiosidade utilizei um deles, com a total certeza de que o resultado seria negativo. Eu estava errada! Alguém copia todos os meus posts!

Blog: Sétimo Céu - O seu portal na internet. Eu não faço a menor idéia de como todos os meus posts vão parar lá, nem o porquê. Nunca ninguém deste tal portal pediu minha coloboração, ou ao menos minha autorização para divulgar meus textos. Quando descobri isso, mandei um e-mail bastante polido, perguntando o motivo de meus posts aparecerem neste portal, assim na íntegra, sem aviso algum. Eu sequer recebi uma reposta. Se o responsável me replicasse argumentando que apreciou meus textos e gostaria de compartilhá-los e divulgá-los em seu portal, eu não colocaria impecilhos. Ao contrário, me sentiria honrada. Afinal, é gratificante realizar algo sem a menor pretensão, e de repente ter este tipo de feedback. Agora, ver os seus textos divulgados na íntegra, sem nenhum aviso, é complicado. Você fica meio sem entender o que acontece. Se o cara me revelar que teve boas intenções, pedir desculpas ou pelo menos falar: foi mal, esqueci de avisar você sobre isso. Beleza.

Eu estou assim, meio nude (porque nude é mais chic que bege rsrsrsrrs =). Não sei o que fazer.
E a pergunta que não quer calar: Será que este post também aparecerá nesse portal?

Update:
este post apareceu no portal às 17:45. Eis o print.



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Odisséia das lentes corretivas (Ótica Praiamar - Santos/SP)



A primeira ótica que consultei, pois fica no caminho de volta entre o consultório do oftalmologista e o meu trabalho.

Localização: Av. Conselheiro Nébias, 733 - Boqueirão (veja a localização no Google Maps)
Razão Social: Óticas Mar e Sol Ltda ME
Atendimento:Regular - insatisfatório. A vendedora não se identificou. Se eu não sei o nome dela, como ela ganhará a comissão? Afinal, existe a possibilidade do cliente comparecer à loja em um horário que ela não se encontre, como no almoço. Além do que, na minha opinião, quando um vendedor se identifica pelo nome, eu sinto que o atendimento tem maior credibilidade. Eu sei com quem estou falando, minhas informações tem uma fonte identificável.
Informações sobre o produto: Todas as que tive foi através de questionamento. A vendedora somente se prestou a colocar algumas armações em cima do balcão e perguntar qual eu gostei mais. A única informação espontêna que ela me forneceu foi a opção por lentes anti-reflexo. Quando questionei o material da armação ela me disse simplesmente: metal. Eu, como leiga, não entendo muito óculos. Todavia, se eu estivesse vendendo aquela armação diria: Armação em metal, com laterais emborrachadas que garantem maior anatomia e evitam incômodos na fronte (ou seja, evitam aquela pressão lateral nas têmporas que é tão incômoda) e hastes em acetato de ótima qualidade. Isso apenas de observar a armação. Eu não tenho nenhum treinamento ou conhecimento técnico do assunto/produto. O que ela me disse: essa armação é bem resistente. Eu tive que perguntar qual era o material da haste, porque eu não me conformei em ver três materiais diferentes na armação e ouvir um " armação de metal bem resistente".
Formas de pagamento: Só fui informada porque questionei. A empresa não trabalha com nenhum tipo de cartão de crédito, o que justifica o fato da loja estar praticamente vazia. Pagamento em cheque deve ser efetuado em até 4 parcelas.
Convênios/parcerias/descontos: A vendedora não deu nenhuma informação, embora a ótica ofereça vantagens e descontos para usuários do plano de saúde do Hospital Ana Costa.
Observações: Após me informar o preço, ela perguntou se eu iria fazer o óculos. Eu respondi que iria cotar o mesmo produto em outras lojas. Ela olhou para minha cara de paisagem e falou: Ahh, o importante para você é preço! Eu achei o cúmulo ela falar isso para mim. Respirei fundo, e respondi de maneira bem phyna: Não, queroo melhor custo-benefício. Produto de qualidade com preço justo. Não vou simplesmente fazer o óculos na primeira ótica que encontrar.
Parecer final: A vendedora foi extremamente passiva. Não condordo que um vendedor deva ser agressivo ou invasivo, mas ao menos deve fornecer informações antes que eu pergunte. Pelo menos, as básicas. Afinal, teoricamente, ela foi treinada para vender aqueles produtos, possui conhecimentos e/ou informações técnicas e deve apresentar argumentos que me convençam ou que me motivem a efetuar a compra com ela e não na ótica concorrente. Dificilmente farei meu óculos lá. Em especial, pela total deselegância da criatura ao quase me chamar de pobre. Oi? Não sou rica mesmo. Mas não quero qualquer porcaria por preço de banana. Quero um produto bom e um preço justo. Acho que isso não é crime, é um direito de todo consumidor.


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Odisséia das lentes corretivas - o início



Ontem fui ao oftalmologista, para nova avaliação visual. Durante toda minha vida não precisei utilizar óculos. Todavia, a faculdade é algo que transforma a sua vida e a marca para sempre. Em vários sentidos. No meu caso, no terceiro ano de facu, percebi que minha visão para longas distâncias apresentava distorções. Não enxergava com clareza os detalhes. Em dezembro de 2008 , quando realizei a primeira avaliação, o diagnóstico foi 1,75 de miopia no olho esquerdo e 1,50 de miopia no direito com 0,50 de astigmatismo. Na época, toda a correira do TCC, eu simplesmente guardei a receita e não encontrava. Achei alguns meses depois (abril deste ano) e achei sensato fazer nova avaliação. Enfim, fiz o correto. Segundo a avaliação do oftalmologista ontem, o olho direito não apresenta mais princípio de astigmatismo. Apenas miopia e no mesmo grau do olho esquerdo (1,75).

Sei que todo esse papo é chato e desinteressante, mas agora vem a parte meio "utilidade pública" desta situação. Eu tenho que fazer orçamento em várias óticas. Afinal, meu dinheiro não é capim e eu procuro um bom custo-benefício. Um óculos de qualidade a um preço justo, já que o princípio de livre concorrência permite que as empresas estipulem preços diferentes para os seus produtos, de acordo com o público que desejam atingir e da qualidade do produto que ofereçem, que variam de uma para outra.

E este é o início do que eu chamo de Odisséia das lentes corretivas. Cada novo orçamento, eu venho aqui e dou um parecer sobre o atendimento de cada ótica. Atendimento ao cliente, preço, clareza das informaçõs transmitidas. Como pessoa formada em publiciade que sou e apaixonada por marketing, eu tenho essa mania de olhar os pequenos detalhes. E a partir de agora, vou dividi-los com vocês.

Até mais.


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Av. Afonso Pena - Embaré (visão Estuário)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009



Bom dia!!!!!!

Sim, eu estou com felicidade saindo por cada poro de minha pele. Desculpem pelo sumiço, os motivos foram bons. Namorado, feira de noivas e otras cositas más. Agora, a parte mais importante. A foto que eu devo. Falei tanto da aventura no nono andar e não postei a foto. Aí vai, não apenas uma, porém duas fotos.

O prédio de onde a foto foi tirada fica no Embaré, mas o bairro fotografado é o Estuário. Essa avenida movimentada que parece na foto, com árvores no canteiro central, é Avenida Afonso Pena. Ela é famosa, já passou no Fantástico há alguns anos atrás. Qual o motivo da reportagem? Ela é a avenida mais ecumênica do Brasil. Em menos de quatro quadras, você poderia fazer a escolha religiosa que quisesse. Na época da reportagem você encontraria aqui: Uma loja maçônica, um Joh-Rei Center, uma Mesquita Islâmica, uma Igreja Católica, uma Ordem Rosa Cruz e uma Igreja Universal. Atualmente, o Joh-Rei Center fechou e virou um salão de cabeleireiros e a loja maçônica fechou e virou um buffet. Semana passada, eu fui nesse buffet, que se chama Creta, pois eles realizaram uma degustação para noivas. Aliás, aqui em Santos, várias lojas maçônicas então alugando seus interiores para festas. Então, se você sempre teve curiosidade de saber como era uma loja maçônica interiormente, agora pode ver. Todavia, esqueça esse lance de câmaras secretas e objetos obscuros. Tudo que você vai encontrar é um salão principal, algumas sub-salas, geralmente revestidos de mármore e muito bem conservados.

Gente, estou pasma. Após escrever tudo isso, percebi que vira e mexe eu falo de casamento. Não, não, não, noiva neurótica, não. \o/

Tenho que confessar uma coisa para vocês. Este noite eu sonhei com o blog. =D
Verdade. Sonhei com os posts que ainda não tinha feito.
E falando de casório de novo, a Dhayana falou um coisa que me deixou assustada: "Se você está assim 15 meses antes do seu casamento, não quero estar perto de você um mês antes."
o.O Meeedo

P.S.: na segunda foto deste post vocês podem ver algumas máquinas do porto de Santos. E um grande edifício branco, que se eu não estou enganada é o Moinho Santista.


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Planos

sexta-feira, 14 de agosto de 2009



Eu sempre planejo muitas coisas. Algumas vezes, acho até que o ato de planejar, se tornou um vício.

Eu planejava fazer um post sobre a Dhayana no aniversário dela. Não rolou, daí pensei, vou fazer no dia do amigo. FAIL. E era para ser surpresa, mas agora, ela vai ler este post e vai saber da idéia. FAIL AGAIN.

Pensei em fazer um post sobre a Evelyn, pelo menos esse não foi com data. Post sobre um shampoo maravilhoso que estou usando, post sobre culinária. Pensei que em 12/08/09 iria publicar a foto do nono andar. Ainda não fiz. O blog completou um ano ontem, e eu não postei nada.

Mas, sabe o que eu achei interessante? Se retroceder um ano em minha vida, em 13/08/08 eu estava envolvida com os preparativos do casamento da Dhayana. E ontem, 13/08/09, Dhayana estava envolvida com os preparativos do meu casamento. Troca de papéis. Ela foi comigo em um buffet para conhecer o local e realizar degustação. Eu tenho 15 meses, parece muito tempo. Contudo não é, se levarmos em conta a infinidade de detalhes dos quais tenho que cuidar. Pelo menos tenho ajuda. Da minha mãe, da Dhayana, do P.A.

Tentarei não ser uma blogueira ausente, apesar de tudo. E me aplicarei em cumprir com o post das fotos. Embora, nem tudo saia da maneira como planejamos.


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Afinal, o que é o medo?

terça-feira, 11 de agosto de 2009



O medo é uma coisa engraçada. Todo mundo já sentiu medo pelo menos uma vez na vida. Mas, quem realmente sabe definir o medo? O que é, porque sentimos, como inicia?

Os médicos e psicólogos definem o medo como "uma reação que interrompe subitamente o processo de racionalização" ou seja, repentinamente, o seu raciocínio pára. Essa reação acontece em momentos de perigo, por algum estímulo externo que gera stress. (Fonte: Brasil Escola)

A essa altura, você está se perguntando porque eu estou falando de medo. Simples, meu caro, muito simples. Ontem à noite, tive de ir entregar algo no quarto andar, para um cliente. Foi por volta de 18:00 H e ao sair do elevador, vi uma vista linda. Como não tinha certeza se a câmera do celular, que eu tinha deixado na minha sala, iria capturar a imagem, pensei em fotografar a vista durante o dia. Rá, mas eu não me contento com pouco, né. Hoje, quando saí para almoçar, fui fotografar. Não contente com o quarto, fui até o último andar do edifício, o nono. Até aí, tudo normal. Qualquer um sabe que a vista do último andar é muito mais ampla. O que vocês não sabem é o detalhe sórdido que eu tenho medo de altura!

Eu fiquei tipo, estática. Não sabia o que fazer, né. Medo, gente. Simples de sentir, difícil de explicar. Todo mundo sente, ninguém define ao certo. Convivemos com ele e nossoa maior desafio é não estagnar diante dele, e sim, tentar superá-lo. Enfim, enfrentei o medo. Era a única coisa que eu poderia fazer. Ou ficava com medo e guardava aquela vista só para mim, ou dava um jeito de fotografar. Encostei na parede (quer dizer, grudei na parede feito um siri, né) e força na peruca (oops, na câmera do celular). Click, click, click. Rápido, quase indolor. Continuo com medo de altura, mas a sensação de vitória que você sente, ao superar seu medo, mesmo que por alguns minutos, é sensacional. E isso deve ser coisa da nossa amiga adrenalina.

O resultado da minha aventura fotográfica no nono andar vem no próximo post.


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Rua Manuel Vitorino - Gonzaga

sexta-feira, 7 de agosto de 2009



Lembram que no post anterior, eu falei que vocês conheceriam Santos através dos meus olhos? Através da câmera do meu celular, um pouquinho cada dia. Vou iniciar esse tour com algumas fotos que já estão salvas no meu computador. Primeira parada, Gonzaga. Quem conhece a cidade, ao ouvir o nome desse bairro, pensou em lojas, shoppings, agitação, compras. Afinal, neste bairro encontramos inúmeras lojas de todos os formatos e tamanhos, para todos os públicos e dois shoppings.

Contudo, essa foto não se refere a esta parte do Gonzaga. Ela foi tirada na parte mais residencial do bairro, na Rua Manuel Vitorino. Em umas das visitas que eu fiz com a minha mãe à casa de uma amiga dela. Esta árvore fica ao lado do prédio em que ela mora. Ao ver esta flor desabrochar em um lindo dia de sol, eu não resisti.

E talvez, agora, vocês entendam melhor a proposta do post anterior. As fotos que aparecerão aqui são dos pequenos detalhes, com os quais esbarramos todos os dias sem sequer perceber. Isso é o que eu vou mostrar. Claro que, de vez em quando, vai ter uma foto mais turística aqui ou ali de um monumento, um marco da cidade, uma praia. Porque também, ninguém é de ferro, né.


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Últimas notícias



Alguns detalhes sórdidos antes de iniciar o motivo pelo qual escrevo este post:

- O calor de ontem é inversamente proporcional ao frio de hoje. Chuva, again. Todavia, após um fabuloso dia, repleto de raios solares, tenho energias para gastar.

- O dono do Buffet Valérios, em Santos, faleceu ontem. Causa da morte: Gripe Suína. OK. Ela mata. A solução é se prevenir e não entrar em pânico porque não resolve nada. Se a gente tiver que pegar vai pegar. Se não pegar beleza, ótimo. Se tiver que viver, iremos viver. Se não, fim da linha. Pessoas morrem todos os dias, das mais absurdas causas, desde bebês, jovens, adultos e anciãos. A vida é um ciclo, tem início e tem fim. A realidade é dura, mas não vai mudar. Perder uma pessoa querida é uma dor imensa, eu lamento pelos parentes dele, pois já perdi entes queridos, familiares e sei como é. Às vezes, fica o vazio, a dor, a melancolia. E nós seguimos com a vida, por um simples motivo: O tempo não pára.

- Quando eu penso que os problemas aqui estão acabando, sempre surge mais um. O instrutor sumiu, desapareceu. O celular está fora de área. Os alunos da tarde terão de repor a aula em outro dia. A questão é a seguinte: por irresponsabilidade alheia, eu terei de ouvir reclamações gratuitamente. Por um erro que não foi responsável, que não cometi.

Enfim, hora de deixar toda chateação de lado e falar a novidade. Eu tenho mania de procurar imagens, momentos únicos no cotidiano. Desde que comprei meu primeiro celular com câmera, essa mania só aumentou. Eu achava demais ter o poder de capturar um momento único, que não se repetiria jamais da mesma forma. E ainda acho. Tenho algumas destas fotos no meu albúm do orkut, e outras em meu computador, esperando um destino, uma finalidade. A partir de hoje, elas irão virar post. As fotos continuam sendo da câmera do celular, então, serão de baixa resolução. Contudo, a idéia é transportar vocês para minha rotina de um jeito diferente. Vocês irão conhecer Santos, de uma forma única. Vão reconhecer situações que acontecem também nas suas cidades. Bem, eu espero que gostem. Até o próximo post.


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Fênix

quinta-feira, 6 de agosto de 2009



Até que enfim! O sol apareceu e tirou o mofo desta cidade. E eu definitivamente me assumo como uma nativa de Krypton, já o sol faz minha energias se renovarem, transboradarem e tudo mais. Não está apenas fazendo um lindo dia de sol. Está calor! Gente, está calor. Assim, bem no meio do inverno, um dia de calor. E eu acho isso tão maravilhoso. Ainda que meu uniforme de trabalho seja quente.

O sol faz tanto diferença no meu humor. Mesmo com gripe (atenção, o porco está inocente, é gripe comum), eu mudei o fundo do blog. Nada de listrinhas em tom pastel, em suave e melancólico lilás. Bolas, pequenas e grandes. Bolas, muito coloridas.

Ontem, o sol já tinha aparecido. Mas, foi de forma tão normal. Sem alterar o clima ou a temperatura. Hoje, está calor. Tempo para ir à praia. E mesmo que eu não possa fazer isso, pois, tenho que voltar ao trabalho, estou feliz.

Duplamente feliz, porque ontem o P.A. passou o dia todo aqui. Tomamos café juntos, almoçamos juntos. Voltei do trabalho e ele estava me esperando. Só foi embora depois do jantar. E para mim, hoje a vida está perfeita.

E a essa altura do campeonato você pergunta: Por quê o título do post é fênix?O motivo é simples. Ao ler os posts anteriores e lembrar como estava o meu humor, e vendo meu ânimo e humor neste momento. Me achei parecida com a fênix. Algumas vezes, meu humor e meu ânimo estão em cinzas. E assim, de repente, sem nenhum motivo especial, minhas energias ressurgem. Como a fênix resnasce das cinzas.


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Aleatoriedades

segunda-feira, 3 de agosto de 2009



Eu admito, sou uma pessoa inconstante. Tem dias que eu quero comentar em todos os blogs da face da terra e falta tempo. Tem dias que eu estou tão desaminada com a rotina, que nem mesmo consigo escrever um só post para o meu blog. Porque assim, faculdade tinha todo stress dos trabalhos, preparações prévias e afins. Mas tinha gente diferente, desconhecida, todo dia. E gente conhecida também. Novidades, besteirinhas do dia-a-dia, a briga com o vizinho, o presente do namorado. Aquelas coisinhas que parecem tão bobas, que nós compartilhamos com os outros e os outros compartilham conosco. Acabou tudo isso. E me dá uma nostalgia. Porque querendo ou não, você perdeu um elo, um algo em comum com a galera com o término da faculdade.

A agitação da vida diminui um pouco. Os contatos, conversas, e-mails já não são tão frequentes. Às vezes você encontra um deles, e até se pega meio sem assunto. Porque seus caminhos antes cruzados, agora são distantes. E eu fico pesnsando, refletindo sobre estas coisas. Porque a rotina me cansa e eu preciso inventar coisas para me motivar. Eu preciso ver gente nova. Eu estou há 4 anos no mesmo emprego. Isso não é ruim. Mas, seria melhor se a empresa evoluísse. Eu vejo sempre as mesmas faces, as mesmas idéias e os mesmos problemas. Eu bato sempre na mesma tecla e quase nunca sou ouvida. Eu não consigo me conformar com a mesmice em nenhuma área da minha vida, porém, profissionalmente, parece que ela quer me sufocar. É difícil se sentir assim, sozinha e sufocada. Sentir como se o sistema quisesse sufocar você. Sugar suas forças, suas energias, fazer você desistir. O operacional precisa mudar. E quando são sugeridas novas mudanças a resposta dos funcionários é: Nós sempre fizemos assim. Mas, o mercado mudou e as pessoas querem fazer as mesmas coisas. E a liderança da empresa simplesmente aceita. Mesmo que isso acabe diminuindo os lucros, fazendo os vendedores correrem atrás de metas absurdas, irreais. Desgastados e desmotivados. Com a sensação de que seu esforço ou é em vão, ou não é valorizado.

A parte boa: sou teimosa demais para me deixar vencer. Depois de um tempo, eu esqueço absolutamente tudo que me desanima e me desagra e estou lá, cheia de forças again, lutando pelo que acho certo.

E eu também admito que sou dispersa, porque comecei este post com um assunto e terminei com outro completamente diferente. Eu e minhas divagações.


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