Lolita: Qual é a sua?

sábado, 30 de janeiro de 2010



Poupée girl também é cultura. Para quem não sabe, o poupée é um site japonês de SNS feminino voltado para moda. Você faz o seu cadastro e monta uma espécie de paperdoll, a sua poupée. A partir de então, você ganha ribbons (uma das moedas do jogo) quando troca a roupa da boneca, quando posta uma foto sua, quando convida uma amiga, quando consegue um search stamp, quando comenta nos itens de outras poupées e quando elas comentam nos seus. Só expliquei tudo isso para situar quem não conhece o site.
Pois bem, neste site tem o Poupée Contest, uma espécie de concurso de moda onde a Kath, a administradora, escolhe o melhor look e dá um prêmio de 1000 ribbons e um item exclusivo. Eu tenho poupée e amo participar do contest, embora saiba que é dificílimo ganhar. São muitas concorrentes e quase sempre ganha uma japonesa. Contudo, faço meu look mesmo assim porque acho super divertido. Só que o tema da vez é Lolita. E na minha parca concepção eu só conhecia Sweet Lolita e Gothic Lolita. Daí a Vivian, uma das  meninas da comunidade achou no wikipedia um artigo sobre estilos Lolita. Gente, eu nunca imaginei tantos estilos diferentes dentro do Lolita.  Na minha curiosa pesquisa achei este flickr. Eu achei o máximo ver aquelas japas super estilosas nos mais variados estilos de Lolita. Eu, sinceramente JAMAIS teria coragem de sair na rua usando um cosplay ou vestida de qualquer um dos estilos lolita. Mas, acho tudo. Respeito porque, embora não seja o meu estilo, é muito legal, é criativo, é ousado.
Está bem, mas e o Contest? Se lolita não é o seu estilo, você não vai participar? Rá, ledo engano, leitor. Eu amo participar do contest. Obviamente fiz o meu look. Segundo as meninas da comunidade Poupée no orkut, meu look está mais para o estilo decora. Elas até me incentivaram a fazer algo mais coloridinho. ficou curioso? Aí vai a imagem.


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Tiara

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010



Moda vicia. Sorte de vocês, leitores. Um assunto para revesar com a pauta casamento. Passei rapidinho só para postar uma tiara que eu usaria de olhos fechados, abertos, anyway.

Ela é da Zara. Vi a imagem aqui.


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Noiva neurótica 1 - o princípio

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010





Até agora tudo estava muito tranquilo. Fotógrafo e buffet fechados. Data na igreja confirmada. E eu estava realmente pensando "agora em janeiro vejo vestido e decoração e aos poucos vejo todos os detalhezinhos que faltam." Até que resolvi enumerar os detalhezinhos que faltam.

Decoração
Traje da noiva
Traje do noivo
Trajes das daminhas e pagens (quem serão e os trajes)
Trilha sonora
Marcar degustação dos doces no buffet
Dia da noiva
Transporte da noiva
Lembrancinhas
Fechar lista de convidados
Convites
Telão ou não?
Dj ou não?
Sonorização da festa
Padrinhos e madrinhas (quem serão e os trajes)
Topo do bolo (noivinhos)
Buquet

E com certeza, eu esqueci de algo. Enfim. Eu achava que mesmo a 8 meses do meu casamento, tudo certo, tudo nos conformes. NOT. Lá vou eu, na hora do almoço, em uma loja de vestidos para noivas. A atendente pergunta quando é meu casamento e ao ouvir mnha resposta diz: Está meio em cima, você é baixinha, não gosta de cauda, nem de modelo sereia, não quer tomara que caia então tem que ser PRIMEIRO ALUGUEL. Noiva, ao ouvir esta palavra, temei! Gazar com pedrarias e cetim por uma bagatela de R$ 2.900,00 o primeiro aluguel. E ela disse que tem pouco tempo para produzir. OITO MESES! Vai, vou dar um desconto 7 meses. Ainda assim, acha pouco?
Isso deu um start no meu cérebro e ativou o módulo noiva neurótica. Ansiedade, sensação de que não dá tempo para fazer nada. Tensão, tensão, tensão. Especialmente quando você olha os valores. Estou quase surtando. Eu não estou comprando nem alfinete. Estou fazendo hora extra no trabalho. Eu estou rifando alguns itens de uso pessoal novos. Verdade! Fiz um kit com cosméticos Natura e Avon, e vou rifar também duas bolsas lindas e novas (ai que dor no coração)  e um relógio, também novo e sem uso. #mimimi
Money, money, money, money, money... Preciso relaxar por uns minutos. agora que minha vida vai ser viver a organização deste evento, vou me esforçar muito para não ficar monotemática aqui. Mas, o casamento imperará. Tendência.
Sério, preciso voltar para o Poupée Girl para desestressar um pouco. Ou quem sabe jogar um pouco de Colheita Feliz? Fui...

P.S.: No site em que eu achei a imagem, tem uma lista que me deixa bem deprimida. É bem maior que a minha lista e mostra as milhares de coisas que eu esqueci. =/


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A máquina da felicidade

domingo, 24 de janeiro de 2010



Eu odeio Coca-cola. De verdade. Não a empresa, o produto mesmo. Não gosto de Coca-cola, prefiro beber Pepsi. Mas, a ação realizada pela agência W+K (Wieden+Kennedy) com a instalação de uma vending machine da felicidade é o máximo. Eu achei perfeita, dentro do conceito da campanha Open Hapiness.



Vi aqui.


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A máquina da mentira (ou teletransporte)

sábado, 23 de janeiro de 2010



Vi no Blog de guerrilha e não poderia deixar de postar aqui. Não porque achei uma excelente ação de guerrilha (embora no blog defendam que é). Tudo bem, a cerveja entendeu realmente o desejo de seus consumidores, isso não se pode negar. Tudo que eles queriam era ir ao bar com os amigos sem enfrentar os gritos da namorada. Criaram o teletransporte. Não como você imagina nos filmes de ficção. A tal máquina consiste de uma câmara que isola o som externo do local (bar, boteco, balada). Antes de entrar na máquina, o beberrão mentiroso usuário escolhe a sua mentira o seu destino. Academia, hospital, preso no trânsito, com o bebê da irmã. Enfim, até o limite da imaginação. A câmara emite sons que "comprovem " que o indivíduo está onde afirma, e assim ele engana sua namorada. Ela não grita, eles não brigam e ele sai da câmara feliz e satisfeito para tomar outra rodada com os amigos.



Minha opinião: a máquina de teletransportar incentiva à mentira e mais do que isso, o desrespeito. Talvez, alguns não  achem  que é para tanto porque a mentira já está tão arraigada na sociedade (vide política), que se tornou normal, para alguns. Contudo, uma ação de marketing que colabora para depreciação de um valor que deveria ser primordial no sociedade, a sinceridade, realmente me decepciona. Eu ouço as pessoas falando mal do marketing. Que ele é perverso e manipulador e que antes do conceito de marketing surgir, as coisas não eram assim. Só que o marketing não é o bicho papão da história. Antes mesmo de ter um conceito, o marketing já existia e era praticado. A diferença está na sociedade. Todas as mudanças percebidas na sociedade atual (falta de ética, inversão de valores, oportunismo desmedido, excesso de ambição, ausência de educação e respeito) se refletem no marketing. Pois ele é feito para as pessoas As ações de marketing como essa são pensadas no comportamento e ações das pessoas. O marketing não é o culpado. A degredação da sociedade, sim.

Agora, já pensou se a moda pega no Brasil? Ainda bem que o meu noivo odeia cerveja.


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As coisas simples da vida

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010



Essa semana, eu estava no supermercado com a minha mãe. Na fila do caixa, tinha um casal bem na nossa frente. Dois filhos. O mais velho devia ter no máximo 12 anos. O mais novo uns 7 ou 8 talvez. O menor tinha síndrome de down. Ele estava olhando as revistas que ficam expostas na frente de caixa, antes da atendente iniciar a atender a sua família. Ele era falante. Como falava! E ria a todo instante. conversava com o pai, implicava com o irmão. Ele estava levando uma revista Recreio para casa, e o irmão uma de Cascão. Ele dizia que a sua era melhor, a mais divertida, a mais interessante. Coisa de crianaça que implica com o irmão, aquela coisinha boba, sabe? Eu achei o máximo aquilo. Eu sorri. E eu achei aquela criança linda. Aliás, na minha opinião, toda criança é linda. O preconceito está nos olhos de quem vê.
E isso me trouxe recordações. Me lembrou de um episódio alguns anos atrás. E eu me surpreendo como as coisas extremamente simples que vivemos, os pequenos e singelos momentos podem fazer tanta diferença. Eu estava no ônibus coma minha mãe indo para o centro da cidade. No banco em nossa frente havia uma criança com síndrome de down. Uma menina com uns 4 ou 5 anos (percebam, sou péssima para estimar a idade das pessoas). Ela estava triste e chorando. Algumas pessoas olhavam para ela, mas com aquela cara que me dava nojo. Como se estivessem vendo algo estranho ou bizarro.  Ela olhou para mim, com seus olhinhos tristes e banhados de lágrimas. E eu cantei essa música para ela.



Pois é, vocês não imaginavam que debaixo de toda essa caparaça dura e impenetrável tinha um coração de manteiga, né. Quando terminei de cantar, ela sorriu para mim. Eu ganhei o meu dia. Nesse dia, eu aprendi como um sorriso pode fazer você feliz. Inexplicavelmente e infinitamente feliz. Especialmente se for o sorriso sincero de uma criança. 
Ps.: Eu não tenho a voz igual a da cantora, ok? Mas, como sou soprano, alcançar esse tom é fácil.   ; )


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Ahh porque não nasci rica (cap. 1)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010



 
Será que eu sou a única pessoa que ficou babando no look da Emma Watson no Editorial da Burbery? Eu sou apaixonada por trench coats. O ano passado ganhei um de uma amiga. Foi o céu. Usei à beça no inverno, mesmo o povo olhando para mim com cara de aonde ela vai assim? Ou mesmo tendo que ouvir de algumas amigas, gracinhas do tipo:  De onde você veio? da sua casa ou de Londres? Acho que estou ficando viciada em moda. Isso tem cura? E, só para não esquecer clutch bags também são uma paixão.


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Universo paralelo



Ok, eu recebo mensagens bastante bizarras no meu e-mail? Por favor, alguém me diga que não é só comigo. Estou começando e me sentir anormal. Será que eu tenho um clone por aí? Ou será que minha memória foi apagada e os 25 anos de vida e todas as recordações que tenho desses anos são uma espécie de devaneio (Oi?matrix)? Quer entender sobre o que estou falando, segue abaixo a imagem do e-mail que eu recebi:


Segundo este e-mail eu fui para a Índia, com minha mãe Elizabeth e minha vó Irene, e lá Farzaneh  foi uma ótima companhia, seja lá que for essa pessoa. Só para constar, o mais próximo que eu cheguei da índia fui quando li o romance Iracema. Ahh, tem a novela também da Glória Perez também. Vi alguns capíltulos. E o nome da minha mãe é Maria, não Elizabeth. Minha avó materna, a única viva e que poderia, de fato, viajar comigo, chama-se Cremilda. Minha avó mal sabe ler, que dirá falar inglês e ter um e-mail. Depois que as mensagens dizendo que eu ganhei na loteria britânica pararam, eu achei que eu realmente teria paz. Agora isso! Eu me pergunto de onde surgem estas coisas bizarras.


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Golden Globe Awards 2010 - Famosas no tapete vermelho

terça-feira, 19 de janeiro de 2010



Vamos falar um pouco de moda neste blog? Faz tempo que não falo sobre isso. Aliás, vou estrear, este é o primeiro post em que comentarei  famosas no tapete vermelho. Não que eu seja assim, uma Glória Calil, NOT! Porém, eu amo dar o meu palpitinho, a minha opinião em tudo, certo? Porque o Tapete vermelho escaparia? A premiação aconteceu no domingo, dia 17/01, em Beverly Hills. Não vou comentar todos os vestidos, só os melhores e piores, na minha humilde opinião. Ou aqueles que de alguma forma me chamaram a atenção.


Chloe Sevingy: Um modelo que aumento o volume de um silhueta muito magra é bom. Porém, eu nunca vi tantos babados na minha vida inteira. Se o vestido tivesse menos babados, na minha opinião, ficaria melhor.
Jennifer Aniston: A fenda do vestido dela grita, me fotografem, me fotografem. Na minha opinião,  o vestido preto de um ombro só foi uma boa escolha. Contudo, uma fenda menos generosa daria mais glamour e elegância ao modelo. O que derrubou o look foi a mistura fenda + cabelo gata selvagem. Com esse penteado a fenda tinha que ser menor. Vibe piriguete Red Carpet.
Eu amo a Julianne Moore, mas ela ficou totalmente destruída neste modelo. Essa fenda frontal que não entendo qual a razão de existir. Cauda esquisita e ombros arriados em um autêntico modelito saco de batata. Uma demonstração de que nem sempre o pretinho básico é a escolha certa. se o decote no ombros fosse um pouco mais estruturado ( não caindo, quase despencando) já melhoraria horrorres. Imagina o vestido da Jennifer Aniston (sem a fenda descomunal) com esse decote ombro de fora, estruturadinho, com as pluminhas. Aí sim, ficaria bom.


Gleen Close: Está aqui somente porque essa pessoa me assustou. Muitos músculos e uma face extremamente esticada, me chamaram mais atenção do que o seu vestido, apropriado para o tapete vermelho, todavia, bem lugar comum: tomara que caia, preto, longo e com brilhos. Novidade que é bom, nada. 
Julia Roberts, amiga, cadê o glamour? Pretinho para lá de básico, do tipo que eu encontro na C&A ou na Renner não é uma boa escolha para o tapete vermelho. Será que ela esqueceu o volume de sua conta bancária? Acho que ela poderia vestir algo bem melhor para a premiação, hein.
Fergie: O vestido não é feio, pelo contrário achei muita bonita a sua tonalidade. O modelo é aquele sem novidade, tomara que caia e longo. O grande problema é o visual sardinha em lata da cantora. Todos percebem que o vestido não conseguiu acomodar sua generosa comissão de frente. E nessa foto, ela está com uma cara de "me ajude, eu não consigo respirar". Isso derruba o melhor dos looks.


Kate Hudson: mais alguém que não foi de preto. Foi de branco(?). Pelo jeito, ela gostou mesmo de contracenar no filme Noivas em guerra. Uma vibe bride Red Carpet. Gostei do cabelo, dos brincos, mas as dobraduras do vestido me deixaram com cara de mormaço, não gostei, mas não desgostei. E para não esquecer: tomara que caia rules!
Kristen Bell: De branco (?²) e tomara que caia. Estaria ela em uma vibe quero ser Kate Hudson? Anyway, gostei do laço. Porém, o vestido seria mais bonito se fosse longo e em outra cor.
Leona Lewis: vestido tomara que caia (zZzzzzZzzzzz). Ousou na cor, que a favoreceu muito. O vestido é bonito, é glamouroso. Meu único senão é o fato de não aguentar mais ver tomara que caia.

 
Mariah Carrey: mais uma celebridade de vestido preto (zZZZZzzzzzzzzzz). O bandage dress ficaria muito melhor com um decote menos generoso e em outro tom. Tanta gente de preto. É uma premiação ou um velório? 
Sigourney Weaver apostou em um modelo longo e básico. Acertou em cheio. E saiu do ciclo preto - tomara que caia longo. Muito Obrigada. 
Heidi Klum: Lembrou que nem só de tomara que caia vive um tapete vermelho e foi um dos destaques da noite. O vestido rabo de sereia foi ousado, sem ser espalhafatoso (o que não se pode dizer dos babados da Chloe Sevigny).Ótima escolha, elegante e original (e mostrou para nossa amiga Chloe que menos é mais, quem sabe, da próxima vez ela acerta).


Penélope Cruz ousou na medida certa. Essa eu perdoo por escolher preto. Afinal, ela precisava de uma cor sóbria para a mistura de rendas no decote ombro a ombro + bandage + rabo de sereia. Mistura fantástica.
January Jones escolheu preto (mais uma!). Graças aos céus, o vestido não é tomara que caia. A cintura marcado e o detalhe no ombro garantiram um charme discreto ao modelo. 
Cristina Aguilera arrasou. O tom do vestido (um rosa que puxa para o nude), o detalhe em prata e esse cabelo chanel! Fico apaixonada por um chanel perfeito como esse. O look só não está perfeito porque sua comissão de frente neste modelo tomara que caia quis dar um discreto "oizinho" para o fotógrafo.



Jennifer Gardner ousou na medida certa. Decote assimétrico, brilhos na medida certa e charmosas listras que tornaram o seu modelo único.
Nicole Kidman: gostei da cor e dos detalhes.Corte clássico de um ombro só. Já ganhou mil pontos no meu conceito por não ser preto ou tomara que caia. Muito Obrigada ².
Para Drew Barrymore, eu só tenho uma palavra: DIVA.

O escolhido da noite
Sem dúvida o vestido da Penélope Cruz.  É perfeito. O da Drew Barrymore também é lindo, porém, não faz o meu estilo. 

Balanço Geral
Muitas famosas com tomara que caia. Quase um uniforme no tapete vermelho. Nós, pobres mortais, queremos  e merecemos ver modelos com mais glamour. Já que nossas contas bancárias não nos permitem vestir os grandes estilistas, gostariam que vocês, meninas famosas, finas e ricas usassem todo a criatividade delas no tapete vermelho. Ousadia, inovação. Mas, sem excessos, OK.
Outro ponto: preto, preto, preto. Com tantas cores vibrantese  bonitas. Com tantas tonalidades que caminham para o nude e derramam elegância e sofisticação, as mulheres vestem preto. Posso fazer uma confissão? Eu só visto preto em três ocasiões: quando estou sem criatividade,quando quero combinar com uma peça ou acessório com cor ou modelagem mais ousada e em velórios ou enterros. estariam as divas com preguiça de escolher uma tonalidade ou seria insegurança? Gostarímos de ver mais cor na próxima vez.
Brilhos, babados, decotes e fendas: Ousadia, sim. Exagero e vulgaridade, não.

Vi as fotos aqui.


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Como no xadrez

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010



Ultimamente, muitas coisas tem sinalizado que minha rotina em pouco tempo pode mudar bastante. E não estou falando de casamento. Falo sobre trabalho.Consigo até comparar a empresa com um tabuleiro de xadrez. O rei é o dono da empresa. Ele se movimenta para todos os lados, mas não decide nada sem sua rainha. A rainha, embora não seja a peça mais importante, tem o seu destaque. E como se movimenta, viu. Quando ela se move, metade do tabuleiro estremece. Os gerentes são os bispos. Tem uma certa mobilidade controlada e estão muito próximos à realeza. Protegem a realeza em certos momentos, e em outros, são protegidos por ela. Os funcionários mais antigos são os cavalos. Fazem de conta que carregam uma grande carga, mas de L em L, escapam de suas atribuições, e empurram o seu trabalho e a maioria dos problemas para os mais jovens resolverem. Os intrutores são as torres. Podem se movimentar muito mais que os peões, e são fundamentais para a prestação de serviços. Sem eles, a cadeia desmoronaria. E os funcionários mais jovens são os peões. Nenhum benefício, muitas tarefas, mobilidade extremamente controlada.Rá, eu estou entre eles: os peões. Os peões somos nós, os funcionários mais novos na empresa. Temos que aprender tudo. Aprendemos. Sabemos como resolver problemas, sabemos comandos e procedimentos que os antigos (cavalos e bispos) nem sequer se importam em aprender. Intermediamos a relação entre os consumidores e as torres (instrutores), quando marcamos e desmarcamos aulas, exames. Ouvimos todo o tipo de reclamação sempre com um sorriso. Nos preocupamos em dar o nosso melhor e fazer o nosso melhor para a empresa. Ainda assim, nosso salário é notoriamente menor. Não temos feedback de espécie alguma. Não falamos apenas de dinheiro, não queremos apenas retorno finaceiro. Queremos reconhecimento.Pois outros recebem o mérito por tudo o que realizamos. Nos dedicamos, nos esforçamos e nada. enquanto outros que fazem nada, recebem louros, méritos, folgas e reconhecimento financeiro que não merecem. Sabbem aquela história do abacaxi? Nesta empresa ela é invertida. Nós, os "Jucas", que ao nos reportamos ao diretor da empresa apresentamos o problema e, em seguida,  a solução, recebemos salário de João. E os "Joões", que apenas  falam o preço do abacaxi, apresentam um problema ao superior e meneiam suas cabeças, sem ter uma solução, recebem salário de Juca.
OK. Vamos para a segunda parte da história. Estou na empresa há 4 anos. As únicas funções que não desempenhei foram: faxineira, diretora, instrutora. Já fui estagiária, atendimento ao cliente, vendedora, departamento pessoal, departamento financeiro. Já treinei funcionários novos, organizei reuniões, autorizei compra de suprimentos, realizei ações de comunicação interna. Já reguei até as plantas.Trabalho como Juca e recebo salário de João. Talvez pelo fato de querer ser honesta demais, ser eficiente demais, por não empurrar meu trabalho para os outros. Pois, isto é tudo que eu vejo os tão eficientes funcionários antigos fazendo. Se, mudar rotina mudar como realmente eu prevejo, não vou lamentar. Vou sorrir. Porque toda mudança é proveitosa. E essa talvez, seja extremamente proveitosa para mim. Uma nova rota a traçar. Um desafio. Preciso de algo desafiador para me motivar.



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Ditados populares - Colheita Feliz

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010



Como seriam alguns ditados populares se fossem criados após o surgimento do jogo Colheita Feliz.


Aquele que com o mouse rouba, com o mouse será roubado.
(Aquele que com ferro fere, com ferro será ferido)

Nabo por nabo, leite por leite.
(Olho por olho, dente por dente)

Cão de costas, não morde.
(Caõ que ladra, não morde)

Nas terras do colheita, quem tem um cachorro é rei.
(Em terra de cego, quem tem um olho é rei)


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Colheita Feliz

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010




Minha fazenda

Muitos usuários do orkut estão usando este aplicativo, que nada mais é do que um jogo. Você planta, colhe, fertiliza a terra, pode ter gado, galinha, porco, entre outros animais. Pode mandar flores para os amigos e aumentar sua popularidade. Pode mudar a decoração da sua fazenda, com o dinheiro que arrecadou ao vender os itens produzidos. Você tem a parte paga do jogo, onde alguns itens apenas podem ser comprados com moedas verdes, que ou você compra ou ganha ao indicar amigos. O que me chama a atenção nesse jogo é a possibilidade de sabotar a fazenda alheia, roubá-la, ou limpá-la. Se você rouba um item, ele vai para o seu depósito e você pode vendê-lo como se fosse cultivado por você. Eu sei que o jogo parece inofensivo e realmente é para um ser  com personalidade formada. Porém, se uma criança tem acesso ao jogo, aprenderá a trapacear. Afinal, quando crianças apredemos com o que está em nosso meio de convivência o certo e o errado. Se eu, criança, me beneficio ao roubar a colheita do meu amiguinho no orkut, automaticamente me acostumarei com isso. Tal ato fará parte do meu cotidiano e me pareerá normal. O problema é que uma criança não sabe os limites entre ficção e realidade. Se eu fiz no jogo e ninguém reclamou. Se a trapaça me beneficiou no jogo, porque uma trapacinha aqui ou ali quando eu crescer farão diferença?
Não estou defendendo que o jogo deve ser banido do orkut e blá, blá,blá. Não. Só que hoje, eu percebo que existem pais e pais. Aqueles que realmente se preocupam com o conteúdo que os seus filhos acessam e como isso influenciará suas atitudes no futuro. E aqueles que deixam os filhos em frente do computador, à deriva. Esses filhos aprendem a navegar sozinhos e sem uma orientação de como procender, com certeza aprenderão coisas úteis e inúteis, boas e más na rede. E as levarão para a vida. E percebo aí uma inversão de valores. Antes, os valores que as crianças aprendiam em casa, com os pais se refletia na internet. Agora, tudo o que vemos de pior na internet, se reflete no comportamento infantil, especialmente dentro das escolas. Falo isso com conhecimento de causa. Minha mãe é professora e a minha vida foi entre cadernos e livros mesmo antes de ir à escola. Quando cresci, passava mais tempo na escola do que em casa. Após o término do meu período, tinha que esperar minha mãe sair para voltar para casa. Hoje, por causa disso, conheço muitas professoras, orientadores, diretoras, coordenadoras e assistentes educacionais em minha cidade. e pude observar  o comportamento dos alunos (especialmente crianças) e como ele se alterou com o passar dos anos. Muitas pessoas falam que o futuro do país está nas mãos do governo, mas eu discordo. O futuro do país está dentro da sua casa e talvez ele (ou ela) tenha menos de um metro no momento. A educação e valores que ele (ou ela) receberá farão a diferença no futuro do país.
Enfim, voltando ao jogo. eu jogo Colheita Feliz. Acredito que ele virou quase uma febre no Orkut porque representa o bom e velho jeitinho brasileiro. É um jogo de malandragem. Ou estratégia, se você quiser falar chique. Vejamos: você vê o tempo de crescimento da planta (Ex.: batata 24 horas), vê a hora atual, estima o horário que estará na internet amanhã e planta uma semente que você provavelmente será o primeiro a colher, diminuindo a chance de roubo dos fazendeiros vizinhos. Já vi gente ir mais além, olhar o tmepo de amadurecimento da colheita do vizinho e programar uma visitinha no tal horário para filar da produção e esforço alheios. Quanto à interface do aplicativo, espero que não sofra alterações. O tal do Colheita Feliz: Recomeço, me pareceu um total fiasco em termos de interface. Detestei.


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Big Brother Brasil 10

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010



Eu realmente odeio o Big Brother. Acho um programa sem propósito. Sem essência, sem verdade, sem criatividade. E literalmente, sem nada (como alguns participantes tentarão ficar ao longo do programa na frente das câmeras). Teoricamente, eu só poderia atirar a primeira pedra se nunca tivesse assistido. Todavia, assisti a primeira versão e metade da segunda. E por esse motivo me acho totalmente no direito de atirar uma pedreira inteira. Assisti a primeira versão para saber do que se tratava, de fato, o grande trunfo da Globo. E acompanhei parte da segunda versão (parei de assistir antes da metade) para ver a evolução do formato do programa. Na verdade, tudo que vi foi involução. O programa, que já não era grande coisa, se deteriorou cada vez mais. Penso que, talvez, isso tenha acontecido devido à involução que assistimos na sociedade. No meu entendimento, hoje, a sociedade se divide em duas camadas distintas: os que evoluem e os que involuem. Os primeiros, utilizam as ferramentas atuais e tecnologias para aumentar seu conhecimento. O segundo grupo, faz mal uso de toda tecnologia e ferramentas disponíveis e não amplia seu conhecimento em nada. Busca apenas cultura inútil.
Não estou apregoando aqui que devemos ser todos intelectuais, leitores ferrenhos de literatura, economia e falantes apenas da normal culta da língua portuguesa. Não quero que ninguém abandone totalmente a forma coloquial de ser e comunicar. Contudo, quero apenas propor uma reflexão. Eu gosto de piadas, gosto de humor. Mas, convenhamos, se o dia inteiro a grade televisiva de todas as redes transmitisse somente piadas e programas humorísticos de todos os tipos, para todos os gostos, seria terrivelmente entediante.  Defendo um ponto de equilíbrio, onde uma pessoa possa assistir cultura inútil, mas também documentários. De tudo um pouco, para conhecer bem o mundo no qual está inserido.
Dentre daquilo que proponho, você pode alegar que ao assistir Big Brother  você está observando o comportamento humano. Sim, pessoas já utilizaram este argumento para justificar o fato de assistirem o programa. Eu já o ouvi diversas vezes. Na minha opinião, o programa é muito bem manipulado pela Rede Globo,  todas as versões foram recheadas com esteriótipos que se repetem infinitamente e é uma total perda de tempo.
E sobre o BBB 10, apenas uma coisa a dizer. Agora, que foram divulgados os participantes, certa pessoa, cujo nome não merece ser citado, que fez grande alarde no Twitter, que falou uma série de besteiras sobre diversos assuntos (inclusive a morte de uma publicitária de verdade), que abandonou a carreira de modelo e diz por aí que é publicitária. Como algumas pessoas falaram por aí, e até a própria Globo acredita:  Não, ela não representa nem de longe a classe dos internautas. Com isso, a Globo apenas cria um esteriótipo para a classe dos internautas, no qual a maioria de nós não se encaixa. E se tem uma coisa que eu odeio são esteriótipos. Mas, enfim, se você ainda não sabe de quem estou falando a esta altura, no final do post você verá a foto da dita cuja. E para que fique claro, minha intenção neste post foi a de protestar contra o esteriótipo criado pela rede do falecido Roberto Marinho, e eu nunca mais neste blog falarei da dona Periferia Grega, porque ela não tem relevância, (embora muitos defendam o contrário) nem merece que seu nome seja citado. Já tem gente demais dando importância a um ser sem importância como ela. E agora que ela foi selecionada para participar deste programa altamente instrutivo, vejo a verdadeira relevância que ela queria com toda sua aparição apoteótica, fazer parte das pseudo-celebridades/ex-bbbs/capas da Playboy.

 


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Petit Plat

terça-feira, 12 de janeiro de 2010



Lá estava eu passeando pela poupelândia alegremente, caçando conchas, fazendo comentários nos itens de outras meninas, quando me deparo com este item.

 
Achei esse par de brincos uma graça, muito lindo e fofo. Fui atrás da fonte e achei o blog Petit Plat. E quase surtei. Eu sou absolutamente apaixonada por miniaturas. E é tudo que você vai encontrar neste blog. Ai que vontade de sair comprando tudo. Especialmente, os brincos. Tudo muito pequeno, delicado e lindo.

 Além dos brincos, vários outras minituras que me encantaram por completo. A delicadeza, a riqueza de detalhes. Olha o tamanho do croissant. Não tenho palavras para descrever. São irresistivelmente encantadores e deliciosamente graciosos.


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E o pássaro azul chorou





Terça-feira, 12 de janeiro de 2010. 11 horas e 45 minutos.

Este é horário oficial em que deletei minha conta do twitter. Usei, sei o que é como funciona. Todavia, a ferramenta não mostrou relevância suficiente para que fosse inserida ao meu cotidiano por tempo indefinido. Logo, não perderei mais tempo com algo que não se mostra importante para mim. Isso se chama definição de prioridades. Twitter não faz parte das minhas prioridades, motivo pelo qual foi excluído. Só isso.


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Isso sim é publicidade

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010



Se uma imagem vale mais que mil palavras, imagina 47 segundos de vídeo. 



O menino não pára de falar no capacete, o figurino está impecável e o sotaque é um caso à parte.
Vi no Treta, e me acabei de rir.


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Rain Man

sábado, 9 de janeiro de 2010






Quase todo mundo neste vida já assistiu Rain Man. Um filme excelente, ganhador de várias estatuetas no Oscar. Um drama  do ano de 1988 com Dustin Hoffman e Tom Cruise atuando como dois irmãos que se reencontram após a morte do pai. Tecnicamente, Chalie (Tom Cruise) nem se lembrava que tinha um irmão. as poucas e confusas lembranças de sua infância apenas o fazem lembrar da figura de Rain Man, que ele julgava ser um amigo imaginário da infância. E como eu disse anteriormente, quase todo mundo já assitiu Rain Man. Só eu que assisti pela primeira vez na sexta-feira 08/01/10 (versão dublado, eca) no SBT.
O filme mostra algumas necessidades, como a de inclusão dos deficiente na sociedade, a quebra de preconceitos em torno dos autistas e de outras classes de deficientes e a capacidade do amor e das relações familiares na melhora  da condição de vida de um portador de deficiência. Para quem assiste o filme, fica clara a mudança, não apenas no comportamento de Charlie, mas também no comportamento de Raymond (Dustin Hoffman). Sua evolução, embora pareça pequena e imperceptível para alguns, é extremamente grande se levarmos em consideração as dificuldades de interação social vividas por um autista. Sim, o filme tem trechos comoventes e é uma lição sobre a vida que nos leva a uma série de reflexões, capazes de nos fazer evoluir em nossa maneira de pensar e agir. Eu sei que milhões de pessoas desde 1988 tem comentado este filme, muitas delas mais qualificados do que eu para redigir a crítica de um filme. Porém, eu não poderia deixar de dar o meu pitaco.


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Relapsa



Ok, ontem todos que acompanham os feeds ficaram sem entender o que houve. Foi publicado no final da tarde um post com um nome de filme e apenas uma frase. E a frase ficou ecoando no ar. A questão é a seguinte, era um post programado que eu comecei a escrever. Porém, janeiro é um mês bem louco aqui no escritório. Passaram as festas e, de repente, as pessoas decidem que querem tirar sua primeira habilitação. Ou, se dão que conta de que sua carta está vencida. Em um momento o escritória está vazio e no outro, temos fila.
Vou corrigir o post editar, completar e repostar, ok. Não estou relaxando com o blog. Todavia, há muita coisa a dizer e pouco tempo para escrever.


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Minhas adoráveis ex-namoradas (Ghosts of Girlfriends past)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010




Imagem: Google

O que leva um homem a ser uma canalha? Essa é a pergunta que muitas pessoas fazem em seu cotidiano. Aliás, muitas mulheres que conhecem aquele tipo que usa cantadas baratas para envolver as mulheres, não se envolve e depois as abandona. E entre eles, está Connor Mead. Fotógráfo de sucesso e um tremendo bon vivant. Porém, a vida de Connor pode mudar completamente em um fim de semana. Ele viaja para o casamento do irmão e será visitado por quatro espíritos que o farão refletir sobre seu modo de vida e o seu futuro.Uma comédia romântica que relamente vale a pena! Inteligente e engraçada. Tendo como pano de fundo um dos textos mais conhecidos da literatura universal. É uma espécie de releitura do famoso Um conto de Natal ( A Christmas Carol) de Charles Dickens. Connor é visitado por seu falecido tio, assim como Ebenezer Scrooge é visitado por seu sócio Jacob Marley. Wayne, o tio de Connor foi quem o ensinou a ser que é hoje e tentará redimi-lo. Assim como Scrooge, Connor será visitado pelas namoradas do passado, presente e futuro. Uma comédia romântica engraçada como poucas, com um bom elenco e excelentes atuações. Realmente, vale a pena assistir.


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Viva estou, viva estou

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010



Nossa, quase um vida sem postar aqui, né. Último post em 26/12/09. O ano novo já começou, as comemorações foram ótimas e meu sumiço tem uma excelente explicação. Além das festas, feriados prolongados e tudo mais meu noivo está de férias. Contudo, estas foram suas últimas semanas de férias, pois ele retorna ao batente no dia 11. Estamos aproveitanto ao máximo porque ele trabalha por escala, então, em breve nos veremos poucas vezes na semana. Bem poucas. Fora isso as novidades. Já fechamos buffet e fotógrafo. Mas, ainda falta tanta coisa para resolver que às vezes acho que vou ficar maluquinha. Organizar casamento dá um trabalho! É uma delícia, porém é bem cansativo. Especialmente a parte da lista de convidados. Um problema! Enfim, prometo agendar uns posts para o blog não ficar no vazio eterno. Falar sobre alguns jogos, filmes, postar minhas musiquinhas de sempre. E trocar o cabeçalho até amanhã à noite é minha primeira dívida, porque oi? Natal já passou faz tempo.
Aproveito para dar parabéns publicamente à Ana Aquila, do Blog Calcinha Frufru. Ela fez aniversário essa semana, eu dei parabéns no orkut porque estava sumida por aqui. Além dos parabéns, peguei algumas coisinhas na fazenda dela no Colheita Feliz, mas isso é asunto para outro post. Aliás, dia 19/01 o blog dela completa mais um ano de existência. Já deixo registrado aqui meus parabéns, para não esquecer depois. Se por acaso eu lembrar depois, falo duas vezes. Melhor pecar pelo excesso do que pela falta.
Enfim, lá vou eu, aproveitar o restinho das férias do noivo com ele. Mas, prometo que desta vez eu não sumo.


Peguei a imagem no google


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