Carta à primavera

terça-feira, 29 de setembro de 2009



Olá Primavera, como vai?

Eu sei que nos não somos parentes, mas eu realmente senti sua falta. E ainda sinto. O Inverno, definitivamente não é companhia para mim. Embora digam que sua presença torna os abraços mais aconchegantes, eu discordo. Ele tem um temperamento frio. Seu humor também é muito cinza, algumas vezes negro. Seu hálito é gelado, seu discurso para mim não é agradável.

Primavera, eu imagino o quão deliciosa deve ter sido sua estadia às margens do Sena. Com certeza, foi muito difícil abandonar a cidade-luz na melhor época do ano. Mas, por fim, o outono tomou conta de tudo por lá, enquanto você fazia uma breve passagem para ver como estava o Verão na Califórnia. Imagino que abandonar alguém tão espirituoso com o Verão não deve ter sido uma tarefa fácil. Todavia, pense pelo lado positivo: Em breve, ele se juntará à você aqui nos trópicos, antes que você parta novamente para sua jornada européia.

Sou totalmente sincera quando digo que você é a melhor da companhias, Primavera. O Inverno e eu não nos damos muito bem. O Outono, não tem muitos afinidades comigo. Nós nos suportamos. O Verão é realmente uma companhia calorosa, porém, algumas vezes ele se excede um pouco e deixa as coisas quentes demais.

Você, Primavera,  é calma e agradável.  Seu calor é terno, suas cores convidativas. O hálito de sua brisa é suave e agradável. Você é serena e ao mesmo tempo cheia de energia.  Você conforta, renova as cores, as esperanças, as alegrias.Primavera, por favor, se instale depressa. eu realmente sinto sua falta.

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PS.:  A Primavera tecnicamente deveria iniciar dia 22/09. Eu fiquei na torcida, contei os meses, os dias, as horas, os minutos, os segundos... O único traço de primavera foi um dia e meio de sol e calor (domingo, dia 27 e metade da segunda, dia 28). Cadê a primavera? Alguém me explica?  Cadê o sol? Hoje foi tão frio como alguns dias de inverno. =/


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Notícias da blogueira

quinta-feira, 24 de setembro de 2009



Dizem por aí, Poliana, que se a vida te dá limões, você deve fazer uma limonada. Todavia, para fazer uma limonada, além de limões você precisará de gelo, água, açúcar, uma jarra, uma colher e um espremedor. E nem sempre a vida te fornece esses apetrechos. E você fica olhando para os seus limões.

Quando penso na Poliana, na vida, nos limões e na limonada, me ocorre o seguinte: Se a vida não te dá oportunidades, faça com que elas aconteçam. Crie suas próprias oportunidades.

E nessa corrente de pensamento, resolvi criar um departamento de comunicação na empresa em que trabalho. Como assim, resolveu criar, Natalie? A empresa não tem um, mas precisa. Meu patrão não faz questão de mover uma palha para criar este departamento. Afinal, o que importa para ele são vendas. Comunicação é desperdício de dinheiro, certo? ERRADO. Comunicação é investimento, porém, nenhum administrador no mundo enxerga desta forma.

E eu deixei as minhas atribuições, para me dedicar apenas à implantação do novo departamento? Não.
Meu trabalho aumentou? Sim.
Eu estou recebendo para realizar este serviço? Não.
Eu vou ficar cansada e talvez diminua o tempo que eu dedico à este blog? Sim.

Então, POR QUAL MOTIVO VOCÊ RESOLVEU IMPLANTAR ESTE DEPARTAMENTO, CRIATURA? Pela necessidade de fazer, de criar algo. Porque eu simplesmente não consigo ficar sentada e esperar o bonde passar. Meu trabalho aqui na empresa não tem absolutamente nada em comum com a minha formação acadêmica, é totalmente boring. Eu preciso trabalhar com algo que eu goste, que me motive. E a comunicação faz isso, ela tem esse poder. Comunicar me motiva, me dá prazer, me realiza.

Em suma, tenho mais trabalho, vou ficar mais cansada, muita gente vai me chamar de louca. Contudo, quando o trabalho estive findo eu vou poder dizer que criei alguma coisa, trouxe algo à vida (ou melhor, ao funcionamento). Não vou ter plantado uma árvore, não terei um filho e também não será como escrever um livro. Mas, já é um ponto de partida.


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Linha Açaí - Natura Ekos

terça-feira, 22 de setembro de 2009






Só para esclarecimento, este não é um blog sobre cosméticos e beleza, e nem pretende ser. Este também não é um  publieditorial, eu não ganhei sequer amostra grátis de algum produto da Natura. Ok, voltemos à programação normal.

Eu assumo que sou tão maníaca por cosméticos, quant algumas pessoas são por sapatos. Se tem um sentido que me é aguçado é o olfato. E eu quase surto quando sinto um cheiro bom. Hoje, na hora do almoço, me deparei com o novo catálogo da Natura. Na capa, o principal lançamento do ciclo a linha Natura ekos Açaí.

Eu e o tal frutinho muito popular na Amazônia (vulgarmente chamado açaí), não morremos de amores um pelo outro. Não dá para dizer que nós tenhamos, digamos assim, afinidade. Pelo menos no campo da culinária. Minha última experiência com açaí, mais especificamente com picolé de açaí, foi descrita neste post e não foi das melhores.

Enfim, peguei o catálogo vi aqueles produtos com aquela tonalidade roxa bem convidativa. Não aguentei, curiosidade, como sempre, falou mais alto. Levantei a aba para sentir o perfume da linha. e que perfume. Eu não acreditei. Um cheiro muito bom, nem muito cítrico, nem muito adociado. Um perfume original e agradável. Quem diria que a minha pessoa uma dia defenderia algo feito de açaí. O mundo dá voltas. E só para contar: eu ainda não experimentei açaí na tigela.


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Coração de Tinta (Inkheart)




Meggie trocaria facilmente sua vidinha chata pelas aventuras que costuma ler nos livros. Pois parece que seus pedidos foram atendidos. Seu pai Mo, com quem mora sozinha depois do desaparecimento de sua mãe, esconde um estranho segredo - ele é capaz de trazer os personagens dos livros à vida quando lê seus trechos em voz alta. Esta habilidade pode ter relação com o sumiço da mãe de Meggie mas, antes que a menina descubra mais, o vilão Capricórnio surge das páginas de "Coração de Tinta" em busca dos poderes de Mo para realizar seus planos. Agora, com a ajuda do misterioso Dedo Empoeirado e de sua tia-avó Eleonor, Meggie e o pai entram em um intrigante mundo de magia para impedir o maligno Capricórnio e quem sabe finalmente encontrar sua mãe perdida.

Ótimo filme. O enredo é repleto de pequenas surpresas e muita ação. Gostei muito da fotografia do filme e e alguns cenários. Alguém me explica o que é a biblioteca da Eleonor? Eu sou apaixonada por aquelas estantes gigantes de madeira, bem vintage. Achei a história muito melhor que As crônicas de Nárnia. Amei ver um unicórnio, o minotauro e alguns macacos voadores. Excelente para abstrair, sair um pouco da realidade, viajar. Enfim, eu sou amante da leitura e o enredo gira em torno dos livros. Obviamente, assiti, gostei e recomendo.


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Procura-se uma blogueira



Pode parar de procurar, você acaba de encontrar. Depois de quase uma semana sem posts, eu retorno. A ausência de postagens não foi por abandono, desinteresse ou falta de assunto. Eu realmente amo a internet e todas as possibilidades de comunicação e interação humana que ela propociona. Admito, porém, que muitas vezes me irrito com pessoas que estão no sonico, beltrano, Hi5, gazzag, orkut, my space, multiply, facebook e me mandam inúmeros convites como se eu tivesse obrigação de estar presente em todas as redes sociais possíveis, imagináveis e que ainda possam vir à existência. Onipresença? Deixo esta característica para Deus. Ele é realmente bom nisso, eu não. Meu twitter, meu msn, meu orkut, meus e-mails e meu blog já me deixam bastante satisfeita. Todavia, existem momentos que eu preciso de um tempo off line. E eu desapareço. O único meio de comunicação no qual me encontrarão é no fabuloso invento de Gramm Bell. Eu esqueço que Google Reader, Blogger, Twitter, Orkut e Msn existem. Porque eu tenho uma necessidade imensa do que é real. Acompanhe o raciocínio: todo o tempo que eu dedico ao virtual, eu não vivi algo real. e o momento perdido é algo que irrecuperável.  O olhar que não se viu, o sorriso que se perdeu o afago de um abraço. Nada disso pode ser substituído. Por tal razão, eu tenho meus momentos, dias ou semanas off line.
Tenho muito apreço pelas pessoas que dedicam seu tempo para ler os pensamentos e impressões que eu escrevo aqui e aos amigos que fiz na web. E a eles também dou esse conselho. Saiam um pouco do virtual de vez em quando e vivam o real. Não sejam escravos da tecnologia, ela é boa e facilitava a vida, mas não permitam que ela seja uma tirana que domina o seu cotidiano. Sejam livres. A tecnologia foi criada para nos libertar e não para nos aprisionar, para romper barreiras e fronteiras. Acima de tudo sejam livres. De uma coisa eu tenho certeza, um dia eu posso olhar para trás e me arrepender do texto que não postei ou não escrevi. Mas, nunca, nunca vou me arrepender do que eu não vivi.


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Que tal dar uma carona para o Wilson?

quarta-feira, 16 de setembro de 2009



Confesso que entro pouquíssimo no Twitter, mas uma coisa que aprendi é: se você seguir as pessoas, isso lhe renderá muito informação útil e um bocado de risadas. F-A-T-O. Eis que entre um tweet e outro conheço alguém que mudará minha vida para sempre, Wilson. NOT.


Todavia, eu ri. Apesar, do motivo pelo qual Wilson se tornou necessário ser tão sério (assaltos e violência), o que me fez rir foi a maneira como Wilson é apresentado. Leve o wilson, para a faculdade, para viajar, para a praia e porque não para o barzinho? Visite o site do Wilson.


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Evelyn, a história do bonde e a política

segunda-feira, 14 de setembro de 2009



Em primeiro lugar, vamos conhecer a figurinha: Evelyn.



Veio ao mundo em 17/01/2001. Entrou na minha vida em meados de 2003, com apenas duas primaveras. Mudou a minha vida e isso não é exagero. Eu que nunca tive irmãos, virei uma "irmã emprestada". Na época,  trabalhava até 16:00 horas, no Pão de Açúcar. Chegava em casa e lá estava ela. Corria até mim com os braços abertos, berrava meu nome para a vizinhança inteira ouvir. E me fazia rir. Ainda faz. Com suas perguntas sem cabimento, ou inesperadas. Com a lógica ilógica das crianças, que as vezes me faz pensar que nós, adultos, é que esqueçemos de fato qual a verdadeira lógica que rege o mundo. Mesmo quando cansada, reaprendi a brincar. Correr, pular, saltar, dançar, esconder. Por causa dela voltei a descobrir como um balancê é divertido. Como cada coisa mínima da vida, tem um valor imenso. Como é precioso cada instante, como é triste e irremediável o momento perdido, a palavra não dita, o carinho não feito. Hoje ela tem oito, continua correndo ao meu encontro, ainda berra, mas agora não mais Natalie. Agora, está grande e me chama de Natie. Agora que todos conhecem Evelyn, o motivo pelo qual ela é citada neste post. Na hora do almoço, estou  em casa e Evelyn me liga e pergunta: Natie, quem fundou o bonde em Santos? (Pergunta do dever de casa)

Ráááá. Me pegou, garota, me pegou.
Recorri ao Google, o pai dos burros cibernético, detentor da informação, salvador dos incautos. Google me levou até o site da prefeitura, na área da história do bonde. Ok. NÃO TEM QUE FUNDOU O BONDE LÁ. Deveria ter essa informação lá, afinal, esta parte do site é apenas sobre a história dos bondes em Santos. Todavia, não tinha. Voltei no Google, procurei em outros sites, achei a informação. Porém, uma das datas não bate com o site da prefeitura. Enfim, tem o nome do fundador. Ela anotou tudo e levou para a professora. E o resultado, eu só saberei amanhã.

Tudo isso me deixou bem indignada, porque me fez perceber que eu não sei nada sobre a história de Santos. Eu nasci aqui, dei meus primeiros passos aqui, falei as primeiras palavras aqui, vivi 23 anos da minha vida nesta cidade e só sei que seu fundador é Brás Cubas. Eu não aprendi absolutamente nada sobre história de Santos na escola. O que sei foi graças à curiosidade e ao Google. E isso é deprimente. A manenira como a educação pública é fraca e o governo não faz nada a respeito. Afinal, é muito conviniente ter uma massa desinformada que clama por um bolsa escola. Que troca seus votos por benefícios sociais de natureza duvidosa. Comida. Gente que pensa com o estômago e troca seu voto por um vale coxinha.

Além da propaganda, do horário eleitoral precisamos buscar a informação na internet. Não votar no bonitinho, no que promete mais ou no que fala bem. Procurar o histórico do candidato e votar consciente. Afinal, se você votar em qualquer porcaria, com o perdão da palavra, o Brasil vai continuar na merda!


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Momento mulherzinha

sábado, 12 de setembro de 2009



Eu também me interesso por moda. E tenho lá meus momentos, isso eu tinha que ter no closet. Eu estava lendo um post no Garotas Modernas, e me deparo com esta meia-calça.


Eu fiquei apaixonada. Mas, pelo que percebi só está à venda em sites internacionais. Se alguém conhece uma marca ou site brasileiro que venda uma peça semelhante pelo amor mande um e-mail para:

blog [ponto] natelha [arroba] gmail [ponto] com

Item primordial na minha wishlist. Eu amo meia calça! E essa é daquelas que faz todo a diferença em um look.


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Day-night race

sexta-feira, 11 de setembro de 2009



Admito que não mais acompanho meus esportes favoritos com o mesmo afinco e dedicação de antes. Questão de prioridade. Afinal, meu namorado merece definitivamente mais atenção que Lewis Hamilton, Sebastian Vettel e Jenson Button. Posso encontrar informações e notícias sobre eles a qualquer hora na internet e nos jornais.

Mas, vamos ao que interessa: pela primeira vez na história a Fórmula 1 terá uma day-night race. Ou seja, uma corrida que inicia durante o dia e termina no período da noite. Fico imaginando as belíssimas imagens que um pôr do sol no meio da corrida irá render. O evento acontecerá no GP dos Emirados Árabes, dia 1º de novembro, em Abu Dhabi. A largada acontecerá às 17:00 horas locais (10:00 H horário de Brasília) e encerramento às 18:30 H no horário local.

Essa eu vou acompanhar com certeza. E o namorado? Vai assitir comigo.
Vi as informações aqui.


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Amo uma zebra



Não, eu não estou falando do Marty, ou qualquer outro quadrúpede africano com  listras. A famosa zebra,  aquele resultado que ninguém espera. Vou falar sobre uma coisa incomum na minha rotina: ver novela. Há anos eu não acompanhava uma novela. Sim, porque entre os detalhes sórdidos da minha vida estão as inúmeras novelas de Thalia. Afinal, porque ser apenas uma simples noveleira se você pode ainda ter uma queda, ou melhor, um tombo pelas variedades mexicanas e latinas, com seus galãs de nome composto de gosto duvidoso (Carlos Daniel, Luiz Fernando, Vitor Emanuel e por aí vai). Eu não voltei a ser noveleira. Contudo, admito que assisti alguns capítulos da trama de Glória Perez. Parte por culpa da Olly, que com seus comentários aguçou minha curiosidade. Todavia, também, por causa da zebra. Um casal zebra, aliás. Ficou claro desde o princípio que Márcio Garcia não deu conta do recado, ao assumir o posto de galã global das 20:00 H. Atuação fraca, sofrível e pouco convincente. Apesar disso, A autora não esperava o tiro pela culatra que se seguia: O público torcia por Maya e Raj. O casal foi bem aceito, mas que isso, foi sucesso. Rodrigo Lombardi tomou à força, assim meio despretenciosamente, o lugar de queridinho, de galã.  E agora, nos últimos suspiros do folhetim televisivo, embora todos saibamos que no final tudo acaba bem, ficamos curiosos sobre como Maya e Raj se entenderão de novo.  Por favor, não aguento mais (e olha que nem vi metade dos capítulos da novela) a carinha Maya coitada, Maya sofrendo, Maya doce e sofrida, Maya enganada, Maya abandonada. A interpretação de Juliana Paes realmente é boa, mas chega de sofrer, né.
Aliás, a história sempre se repete. E com que frequência isso acontece. Vide O clone e América, telenovelas igualmente escritas pela senhora Perez, a dama das mais absurdas ponte aéreas da ficção. Se o assunto é avião, a novela é de Glória Perez. Quem não se lembra das pontes aéreas Brasil-Marrocos e Brasil-Miami? Ahh, mas agora é diferente. Tem que resolver alguma coisa urgente? Vamos embora, a Índia é logo ali. Sem falar das mocinhas sofridas. Quem não se lembra de Jade e Sol? E por falar em mocinhas de Glória, lembrei-me de algo: por milagre o galã de Caminho das Índias não foi Murilo Benício. Todavia, ele foi o perfect match de Jade e Sol. E prestando atenção nestes pequenos detalhes, lembro-me de outros atores que parecem não ficar fora dos enredos de Perez: Bruno Gagliasso, Eliane Giardini e Letícia Sabatella. Podem ver, já fizeram parte do elenco de outros folhetins de Glória.
Enfim, hoje é o último dia da saga das ligações internacionais intermináveis e da longa rede de fofocas Brasil-Índia (que me parecia bastante abissal. Eu não sei quase nada do que ocorre com pessoas que moram na minha cidade.Porém, na novela, aconteceu no Brasil, a Índia inteira já sabia. Seria por conta do uso do Twitter que a informação chagava lá tão rápido? E dá-lhe ficcção). Hoje, enfim saberemos o que está reservado para Maya e Raj. Será que o casal zebra abandona a Índia e vai viver na África, na companhia de seus semelhantes listrados?


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Estou de volta

quinta-feira, 10 de setembro de 2009



Eis o meu regresso, após vários dias sem postagem alguma. Por uma causa muito nobre, diga-se de passagem: o feriado. Vivi os dias mais off-line de minha vida. Só família, descanso, divertimento. Praia, filmes, comida caseira, alegria.

O meu computador com certeza, se tivesse sentimentos, estaria muito ressentido por ficar dias no esquecimento quase total. Quase. Eu entrei na internet um dia, só porque queria ver a previsão do tempo. E não deu outra: sol! Até que enfim, um sete de setembro ensolarado. Para ir à praia e espantar um pouco do mofo. Não que eu tenha ficado, assim, bronzeada. Contudo, me diverti. E o tom da minha cutis apenas adquiriu nuances de pele saudável. Bronze, só no verão mesmo, após muitos fins de semana de exposição ao astro rei, para que o tom da minha pele mude. Quem mandou ser branquela? Com tantos negros e índios na minha família, a genética decidiu escolher os genes dos portugueses, alemães e holandeses para predominar no meu ser. Foi a sorte que tirei na loteria da concepção.

Enfim, este foi só um post para celebrar o meu retorno, após aproximadamente seis dias, este blog sai do casulo, com força total. Após seis dias tomando café com o meu amor, o meu docinho, meu capuccino. E a família já tem planos para o próximo feriado, no mês que vem. Mas, isso é assunto para daqui um mês. Até mais tarde.


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Crise de não sei

sexta-feira, 4 de setembro de 2009



Tem dias que eu acordo com crise de não sei.

O que fazer?
O que comer?
O que falar?
O que pensar?
O que escrever?

Não sei.

O tempo está de uma maneira que eu também não sei descrever. Chove, faz frio, faz sol. O sol some, mas, o tempo permanece abafado. Nem o tempo sabe o que quer. Se frio ou sol. E enquanto eu escrevo o post, uma luz brilha em meu caminho. Minha crise de não sei está perto de acabar, pois já sei que, neste momento, tudo o que eu quero: QUE A SEXTA-FEIRA TERMINE E O FIM DE SEMANA E O FERIADO CHEGUEM. AGORA!

Provavelmente, vocês só me verão agora na quarta. O que eu vou fazer? Ainda não sei, mas quero me divertir muito. Preciso!


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Dois dias depois

quarta-feira, 2 de setembro de 2009



Ontem, cheguei em casa cansada, com sono, com dor de cabeça em decorrência de fadiga visual e tarde, por causa de uma reunião no trabalho. Até tentei escrever qualquer coisa, todavia, uma força maior chamada sono me impediu totalmente de realizar tal feito. Então, cá estou eu, dois dias depois do Blog Day, que foi dia 31/08. Agradeço a indicação da minha xará Natalie, do Coisas de Natalie. E lá vou eu indicar 5 blogs.

Pequeno guia prático para mães sem prática: Narra deliciosamente o dia-a-dia de uma mãe jovem e seu pequeno furacão, Alice. Eu amo a maneira como a Mariana descreve algumas situações e recomendo para quem tem filhos, para quem não tem, para quem quer ter e até para quem não quer ter.

O casamento do ponto de vista da fotógrafa:
Eu amo fotografia e achei muito interessante a ideía da Daniela Picoral, ver o casamento pelo ponto de vista de quem está atrás das lentes. Sem falar que ela é uma excelente profissional, só pelas fotos já vale a visita.

Salada Mista:
A Elise é culta, escreve bem e como me faz rir. Peripécias do cotidiano viram um livro em suas mãos. Deliciosas crônicas da vida privada. Ela também fala bastante sobre moda, decoração e outros assuntos mulherzinhas.

Dois cigarros e um café: Mais uma narrativa particular. No blog da Cristal você tem vários exemplos de o que fazer e o que não fazer. É divertido, despachado e algumas vezes desbocado.

Minimundo: Leio o blog da Lectícia por vários motivos. Eu a conheço, estudei com ela e sempre me diverti com ela. Ela teve que me aturar por pelos menos dois anos de faculdade. E eu amo o jeito que ela escreve.

Depois de indicar cinco blogs pessoais, vocês devem se perguntar: Você só entra na internet para ver a vida dos outros? A resposta é não. Leio blogs sobre HTML, moda, makes, publicidade e assuntos variados.

Por qual motivo não os indiquei? Simples, todos já tem uma legião de seguidores e a graça do Blog Day é conhecer blogs pouco divulgados.

E, como eu valorizo as pequenas coisas do cotidiano e amo opiniões diferentes da minha, eu leio também muitos blogs pessoais. E os blogs pessoais me permitem, ainda, observar o comportamento humano. O que para mim, é fascinante.


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